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Minério de ferro atinge máxima de 2 semanas em Dalian com esperança de reabertura na China

Minério de ferro no porto de Zhoushan, China

Por Enrico Dela Cruz

(Reuters) - O minério de ferro na bolsa de Dalian atingiu seu nível mais alto em duas semanas nesta terça-feira, apoiado por esperanças persistentes de que a China flexibilize suas regras de Covid-19, além de compras técnicas, apesar das preocupações com um aumento dos novos casos de coronavírus em algumas cidades chinesas e da fraca demanda por aço.

O minério de ferro mais negociado para janeiro na Dalian Commodity Exchange da China encerrou as negociações diurnas com alta de 2,6%, a 680 iuanes (93,80 dólares) a tonelada, depois de atingir seu maior nível desde 24 de outubro, a 683 iuanes.

Os contratos de Dalian do ingrediente siderúrgico para fevereiro em diante registraram ganhos maiores em meio às expectativas de que qualquer grande mudança na rígida política de contenção de Covid da China possa ser realizada em 2023.

Na Bolsa de Cingapura, minério de ferro de referência de dezembro avançou 2,1%, a 87,95 dólares a tonelada, subindo pela sexta sessão.

A forte recuperação do minério de ferro após um revés em outubro continuou apesar de a China reafirmar sua adesão a uma abordagem de "limpeza dinâmica" para os casos de Covid-19 assim que surgirem, frustrando as esperanças de uma rápida reabertura da economia.

Novos casos de coronavírus foram reportados em Guangzhou e outras cidades chinesas, com o centro de manufatura global se tornando o mais recente epicentro da Covid-19 da China.

"Acreditamos que o relaxamento das medidas existentes é mais provável após 2022", disseram economistas do ING, após uma reportagem do Wall Street Journal dizer que os líderes chineses estão considerando medidas para a reabertura, mas estão avançando lentamente e não estabeleceram um cronograma.

O rali do minério de ferro parecia carecer de apoio dos fundamentos, no entanto, já que as restrições da Covid-19 e os próximos cortes na produção de aço no inverno provavelmente reduzirão a demanda.

(Por Enrico Dela Cruz em Manila)