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Minério amplia queda com novas restrições ao aço na China

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O minério de ferro ampliou as perdas com a percepção de que o recente aumento da demanda de siderúrgicas não será sustentado devido às medidas da China para limitar a produção de aço até o próximo ano.

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Os futuros em Singapura caíram quase 10% em dois dias depois de subir 50% em apenas três semanas, refletindo a maior demanda de usinas chinesas que buscaram garantir suprimentos em meio ao feriado de uma semana no país asiático. Investidores voltam a ter como foco um cenário incerto diante das crescentes pressões da China para reduzir a produção de siderúrgicas.

Em novas medidas para garantir um ar mais limpo, usinas nas regiões do norte da China devem cortar a produção de aço bruto em pelo menos 30% na comparação anual entre 1º de janeiro e 15 de março, informou o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação em comunicado. Também devem cumprir as metas existentes de menor produção nas províncias para o resto deste ano, segundo o ministério.

A China também enfrenta um agravamento da crise de energia, que tem reduzido a produção industrial e ameaça afetar o crescimento econômico. Os contratos futuros de carvão bateram outro recorde na quarta-feira, com o impacto das fortes chuvas na oferta das minas. A preocupação com o setor imobiliário chinês devido aos problemas financeiros da incorporadora China Evergrande também pesa na demanda por aço.

“O mercado de minério de ferro está encontrando um novo equilíbrio”, disse Justin Smirk, economista sênior do Westpac Banking. Os preços tendem a cair nos próximos dois anos, pois a produção de aço da China se estabilizará em vez de voltar a crescer e a oferta será maior. O banco cortou a previsão de fim de ano de US$ 125 para US$ 110 a tonelada, e reduziu a projeção para o final de 2022 de US$ 100 para US$ 90.

Em setembro, as importações de minério de ferro da China caíram 1,9% em relação ao mês anterior, para 95,61 milhões de toneladas. Ainda assim, as exportações se aceleraram no geral, desafiando expectativas de desaceleração em meio à crise de energia no país que levou fábricas a cortarem a produção.

Em Singapura, o minério de ferro chegou a cair 5,8%, para US$ 120,25 a tonelada, mas se recuperou para US$ 122,55 às 16h29, horário local. Os futuros em Dalian fecharam em baixa de 5%. A sessão também foi de queda para os futuros do vergalhão e bobina laminada a quente em Xangai.

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