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Minério amplia perda semanal com aumento de estoques na China

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Os futuros do minério de ferro apontam a quarta queda semanal com os crescentes estoques portuários na China, um sinal de obstáculos no lado da demanda.

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Os preços em Singapura ainda eram negociados abaixo de US$ 100 a tonelada e acumulam baixa de cerca de 30% desde meados de outubro. Na mais recente evidência de desaceleração do consumo das usinas chinesas em meio a restrições de produção e redução de emissões, os estoques de minério de ferro nos principais portos mostram alta de mais de 10% desde o início de outubro.

O mercado deve ficar mais apertado em dezembro, e os preços tendem a encontrar um piso em torno dos níveis atuais, de acordo com relatório do Australia & New Zealand Banking. Ainda assim, as restrições à produção de aço da China podem se estender além da Olimpíada de Inverno de Pequim, e o rumo dos futuros de minério de ferro será determinado pela evolução do mercado imobiliário, disse o banco.

O minério recuava 3,6%, para US$ 90,55 a tonelada às 15h36 de Singapura. Na Bolsa de Dalian, os preços caíram 3,8%, enquanto o vergalhão subiu e a bobina laminada a quente perdeu 1% em Xangai.

Em outros mercados, cobre e níquel estão a caminho da terceira queda semanal. Os metais industriais enfrentam incertezas sobre a demanda e economia diante da maior preocupação com os impactos da escassez de energia na China, da crise de dívida de incorporadoras e surtos de Covid-19.

No domingo saem os dados da balança comercial da China em outubro, que devem indicar aumento das importações em todo o complexo de energia, bem como de matérias-primas como cobre, cuja produção doméstica foi reduzida por causa do racionamento de eletricidade.

O cobre subia 0,2%, cotado a US$ 9.459,50 a tonelada na Bolsa de Metais de Londres. O alumínio era negociado em baixa e o níquel em alta, mas com pouca variação.

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