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Miliciano Ecko tinha paixão por cavalos e frequentava haras em Paciência, área sob seu domínio

·1 minuto de leitura

RIO — O miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, chefe da maior milícia do Rio morto durante operação policial nesse sábado, tinha paixão por cavalos e frequentava um haras em Paciênca, na Zona Oeste do Rio. O bairro está entre os locais que a quadrilha do criminoso dominava.

Fotos obtidas com exclusividade pelo GLOBO mostram Ecko ao lado de alguns cavalos. A polícia tem informações de que o criminoso possuía alguns animais e suspeita que a compra fosse também uma maneira de lavar dinheiro. Em uma das imagens, Ecko posa com os animais junto com a esposa e os três filhos. Em outra, ele está sozinho.

Mesmo após a morte de Ecko, a Polícia Civil continua apurando crimes ligados à quadrilha do miliciano. Além da lavagem de dinheiro, também está sendo investigado o envolvimento de policiais com quadrilha de Ecko.

Já foram identificados PMs que faziam parte de uma verdadeira rede de proteção ao criminoso, mas novas informações estão sendo apuradas.

Chefe da maior milícia do Rio, Ecko contava com diversos informantes e um esquema de monitoramento das atividades da polícia, principalmente na Zona Oeste do Rio. A operação que resultou na morte de Ecko contou apenas com 21 policiais para diminuir as chances de informações vazarem.

Ecko foi localizado em uma casa na comunidade das Três Pontes, em Paciência, na Zona Oeste do Rio, na manhã desse sábado. Ele chegou ao local por volta das 5h. A operação começou a ser montada três dias antes, quando os policiais descobriram que Ecko visitaria a mulher no dia dos namorados.

O miliciano foi baleado na ação e levado ao hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, não resistiu aos ferimentos. Ele chegou à unidade de saúde morto, segundo informações da secretaria municipal de saúde.

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