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Mili antecipa meta de faturamento de 2024 em 2 anos, investe para ampliar produção

SÃO PAULO (Reuters) - A fabricante de produtos de papel tissue Mili teve alta de 30% no faturamento do ano passado, para 2,2 bilhões de reais, cifra que antecipou meta prevista anteriormente para 2024, informou a companhia nesta quinta-feira.

Com o desempenho, que ocorre em meio a um movimento de consolidação no setor de papel tissue no país, a Mili elevou a projeção de faturamento para 2024 para 3 bilhões de reais, um crescimento de 36% sobre o ano passado, quando o volume vendido subiu 23% ante 2021.

A companhia, criada há 40 anos pelos empresários Valdemar Lissoni e Vanderlei Micheletto, produz papéis higiênicos, fraldas e absorventes e tem três fábricas no país, em Santa Catarina, Paraná e Alagoas. A empresa afirma ser a maior fabricante 100% brasileira do setor tissue.

A empresa anunciou investimento de 100 milhões de reais, que incluem compra de equipamentos que entram em operação neste ano e vão ampliar o volume da produção de papel higiênico folha tripla e de produtos de personal care.

"O novo maquinário tem capacidade para trazer um incremento de até 450 milhões de reais por ano no faturamento da Mili", afirmou a companhia.

Além do aumento da capacidade, os investimentos vão para uma nova linha de absorventes, informou a empresa. O segmento teve alta de 37% no volume de vendas em 2022 sobre o ano anterior.

A Mili pretende crescimentos anuais na casa dos 10% e manter 70% da produção destinada a papeis higiênicos, com o restante para produtos de personal care como absorventes e fraldas.

Em outubro, a Suzano anunciou a compra de ativos de papel tissue da Kimberly-Clark no Brasil por 175 milhões de dólares. Um ano antes, a chilena CMPC anunciou que a controlada Melhoramentos (Softys Brasil) comprou a Carta Fabril, dona das marcas Cotton e Klass, por 1,139 bilhão de reais.

(Por Alberto Alerigi Jr.)