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Milho salta com previsão de onda de calor no Meio-Oeste dos EUA

(Bloomberg) -- Os futuros de milho em Chicago tiveram seu maior salto em quase um ano, com previsões de uma onda de calor nos EUA durante o principal período de desenvolvimento da safra.

Temperaturas mais quentes do que o normal são prováveis em meados de julho em grande parte do cinturão de grãos do Meio-Oeste americano, segundo um relatório do governo. Essa é a época em que as plantas de milho estão no meio de sua fase de polinização, aumentando o risco de que condições adversas possam prejudicar os rendimentos.

O clima escaldante também afeta lavouras na União Europeia. Qualquer queda na produção pode aumentar uma crise de oferta, já que o bloco é normalmente um grande comprador da Ucrânia, onde as exportações continuam reduzidas pela invasão russa.

“O aperto do mercado nesta safra está voltando a preocupar, assim como as perspectivas climáticas irregulares em vários segmentos significativos em toda a Europa”, disse Tobin Gorey, estrategista de commodities do Commonwealth Bank of Australia, em nota. “Os rendimentos das colheitas correm o risco de rebaixamento em muitas dessas áreas.”

Os futuros de milho em Chicago subiram até 5,6%, o maior ganho intradiário desde agosto. Em Paris, o milho subiu mais de 4%.

O Departamento de Agricultura dos EUA vai divulgar novas estimativas de oferta global esta semana. Analistas consultados pela Bloomberg esperam que a previsão para os estoques mundiais de milho permaneça inalterada. O grão continua a acumular-se na Ucrânia, pois a guerra impede suas vendas, e os EUA só começarão a divulgar estimativas de produção baseadas em pesquisas no próximo mês.

A soja também subiu e o trigo atingiu sua maior cotação desde junho. A recente queda no preço do grão estimulou a demanda e as preocupações com o clima persistem em algumas regiões.

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©2022 Bloomberg L.P.

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