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Microsoft Teams mira o Zoom e passa a ser gratuito para uso doméstico

·3 minuto de leitura

Como o nome sugere, o Microsoft Teams foi criado para possibilitar a integração entre equipes nos ambientes de trabalho. Mas, devido à pandemia da COVID-19, o app precisou se reinventar para abarcar os novos públicos, como os professores e estudantes.

Agora, a Microsoft parece tentada a ampliar ainda mais o foco para permitir o uso pessoal gratuito entre amigos e familiares — desde o ano passado que o aplicativo passou a permitir o cadastro de qualquer usuário, com ou sem vínculo empresarial. O serviço em si será praticamente o mesmo já usado pelas empresas e deve realizar videochamadas, compartilhamento de calendários, troca de arquivos e envio de localização.

Aos novos usuários, serão oferecidas 24 horas gratuitas em chamadas de vídeo em conferências com até 300 pessoas simultâneas. A gigante do software prometeu manter todos esses benefícios enquanto durar a pandemia, mas deve reduzir futuramente para 60 minutos nas chamadas em grupo com até 100 pessoas (entre apenas duas pessoas devem continuar gratuitas e sem limitação de tempo).

Os desenvolvedores também vão permitir que os perfis pessoais habilitem o modo “Together”, um recurso que usa inteligência artificial para extrair o rosto do usuário e colocá-lo junto de outras pessoas em um espaço virtual, de modo similar ao que o Skype fez em dezembro passado.

A ideia do "Together" é simular um encontro real entre pessoas (Imagem: Reprodução/Microsoft)
A ideia do "Together" é simular um encontro real entre pessoas (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Aliás, esse movimento da Microsoft parece uma tentativa de fazer o Teams ocupar o espaço que nunca foi 100% aproveitado pelo Skype desde a sua aquisição pela Microsoft. Apesar de bastante popular no início, o app caiu em desuso em quase todo o mundo e foi substituído por alternativas gratuitas, como o Zoom e o Google Meet.

Não há nenhuma declaração da companhia que revele a intenção de descontinuar o irmão mais velho, mas, ao que parece, o foco agora é centrar esforços para aproveitar a popularidade crescente do Teams. O objetivo não é competir com o WhatsApp, Telegram ou iMessage, mas sim servir como um suporte importante quando for necessária a realização de videoconferências entre pessoas.

Construído com foco no iOS e Android, hoje o Teams existe em versões para outras plataformas móveis, para computadores e navegadores. Não haverá diferenças entre os aplicativos (nem uma versão específica para usuários comuns), por isso você poderá usar o aplicativo tanto com contas profissionais quanto em perfis pessoais.

Recursos e novidades recentes do Teams

Nos últimos meses, a Microsoft trouxe inovações para ajudar as pessoas professores e alunos durante este delicado momento. Uma ferramenta, por exemplo, permite o monitoramento de conversas e a desativar da troca de mensagens entre alunos (para evitar distrações ou bullying). Ainda focado nas aulas online, o app passou a permitir o fechamento de salas após a videoconferência iniciar, como ocorreria caso algum atrasadinho tentasse entrar na sala de aula.

O recurso de leitura do Teams permitirá ao mestre avaliar o nível de leitura dos seus pupilos (Imagem: Divulgação/Microsoft)
O recurso de leitura do Teams permitirá ao mestre avaliar o nível de leitura dos seus pupilos (Imagem: Divulgação/Microsoft)

O programa não deixou o ambiente corporativo de lado e liberou uma função de walkie-talkies para Teams. Assim, as pessoas podem enviar mensagens instantâneas de áudio para os colegas com um apertar de botão. O serviço introduziu também um menu com histórico de reuniões para facilitar a busca por conversas, arquivos recebidos e outros acontecimentos recentes.

Você já utiliza o Teams para falar com seus parentes? O app é bom o suficiente para ser usado em reuniões pessoais? Opine no campo de comentários a seguir.

Fonte: Canaltech

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