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Microsoft quer realocar 50 mil pessoas em empregos que exigem habilidades em TI

Rui Maciel
·2 minuto de leitura

A Microsoft afirmou nesta terça-feira (30) que pretende colocar 50 mil pessoas em empregos que exigem habilidades de tecnologia. A ação é parte de um esforço mais amplo que está sendo realizado a partir da sua popular rede social corporativa, o LinkedIn. O objetivo é ajudar os trabalhadores afetados pela pandemia de coronavírus a se deslocarem para novos campos.

Os empregos a serem disponibilizados serão no que a Microsoft chama de “ecossistema”, ou seja, as de empresas que usam ou ajudam a vender as soluções da marca. O esforço começou no ano passado, quando o fechamento de empresas relacionadas à pandemia atingiu os trabalhadores do setor de serviços com muito mais força do que os trabalhadores de tecnologia e outros funcionários que podiam trabalhar em casa. Na ocasião, o LinkedIn ofereceu gratuitamente muitos de seus cursos pagos de treinamento em habilidades digitais, cobrindo tópicos como desenvolvimento de software, análise de dados e análise financeira.

Prorrogação

Para dar continuidade aos planos da Microsoft, o LinkedIn informou que estenderá os cursos gratuitos até o final deste ano. A criadora do Windows e a rede social tinham como objetivo inicial fazer com que 25 milhões de pessoas experimentassem os cursos. No entanto, nesta terça-feira, ambas as empresas informaram que mais de 30 milhões de usuários acessaram os conteúdos.

A maioria era dos Estados Unidos, mas houve também muitos interessados de quase todas as outras partes do mundo. Em postagem no blog oficial da Microsoft, que anunciava os resultados de acesso dos cursos, Brad Smith, presidente da empresa, afirmou que foram registrados 91 participantes da Antártida.

A Microsoft disse que trabalharia com esses grupos para colocar 50.000 pessoas em empregos que exigem habilidades em tecnologia nos próximos três anos. O programa se concentrará inicialmente nos Estados Unidos, mas se expandirá além a partir do próximo ano.

Além disso, a gigante de Redmond afirmou ter descoberto que os cursos de treinamento digital funcionam melhor quando apoiados por grupos locais, sem fins lucrativos, que ajudam as pessoas a aprender novas habilidades,

Essa ação de recolocação é uma das primeiras colaborações mais estreitas entre Microsoft e LinkedIn, além de sua plataforma de hospedagem de códigos-fonte de softwares, o popular GitHub. Em ambas, a Microsoft vem permitindo uma atuação com razoável autonomia operacional.

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Fonte: Canaltech

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