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Microsoft enfim explica como ativar o TPM 2.0 para instalar o Windows 11

·2 minuto de leitura

Se você ainda tinha esperança de que o TPM 2.0 seria deixado para trás no Windows 11, é melhor jogá-la fora: a um mês de distância até o lançamento, a Microsoft reforçou em suas redes sociais que o módulo será necessário para instalar o SO. Na publicação, a companhia destacou um breve tutorial em que ensina como verificar a presença e ativação do chip de criptografia.

O Trusted Platform Module (TPM) é, explicando de forma breve, um componente dedicado ao armazenamento de chaves de criptografias do computador construído para proteger dados dos usuários e do sistema — o Canaltech já explicou tudo isso aqui. Computadores modernos, especialmente os mais recentes, já contam com o recurso presente em suas placas-mãe, seja em forma física ou por implementação via software.

Contudo, na maioria das vezes o TPM 2.0 é desabilitado por padrão e isso causou confusão na época do anúncio do Windows 11. O processo requer que o usuário vá até às configurações de BIOS para habilitá-lo — o que não é uma tarefa fácil para os menos experientes em informática. Para minimizar a confusão, a MS se dispôs a ensinar como o processo é feito em um tutorial no seu site oficial.

A marca explica de forma bem breve como verificar a ativação do chip direto no menu de Configurações, mas não vai muito além disso: se o módulo estiver desativado, o usuário precisará recorrer aos artigos de fabricantes de placa-mãe e, infelizmente, quase todos estão em inglês — um impeditivo para aqueles com pouco conhecimento no idioma.

Não vai ter como fugir do TPM 2.0

De toda forma, a publicação sugere que a MS não pretende abrir mão dessa exigência — pelo menos, não tão cedo. Até dá para contornar a demanda pelo componente com gambiarras, mas programas também podem demandar a presença/ativação do módulo (como é o caso de Valorant, jogo de tiro da Riot).

O Windows 11 tem lançamento marcado para 5 de outubro deste ano e, até agora, somente testadores do programa Windows Insider o experimentaram. Há várias promessas para o sistema operacional, mas será que elas serão suficientes para se sobrepor às exigências mais controversas? Comente sua opinião logo abaixo, nos comentários.

Fonte: Canaltech

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