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Microsoft Edge supera Safari e se torna o 2º navegador mais usado do mundo

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O Microsoft Edge desbancou o Safari e se tornou o segundo navegador para desktop mais popular do mundo. Segundo dados da Statcounter, o programa vinha em ascensão desde março de 2021, tanto que já havia ultrapassado o Mozilla Firefox e estava na terceira posição.

O topo ainda pertence ao Google Chrome com bastante folga: 66,64% dos usuários, contra 10,07% do Edge e 9,61% do Safari. Vale lembrar que o Edge é o navegador oficial dos Windows 10 e 11 e o Safari está presente no macOS desde os primórdios do software. Ambos, portanto, se aproveitam da popularidade dos fabricantes para angariar uma fatia considerável de usuários.

O Edge já é o segundo colocado na corrida dos navegadores (Imagem: Reprodução/StatCounter)
O Edge já é o segundo colocado na corrida dos navegadores (Imagem: Reprodução/StatCounter)

A base de computadores que rodam Windows é muito maior do que os Macs da Apple, logo ainda existe um imenso potencial de crescimento para o software da Microsoft. A pesquisa não entra em detalhes sobre proprietários de Macs que usam outros navegadores, fato que poderia reforçar um possível domínio dos rivais.

Por outro lado, a criadora do iPhone teve um ano muito bom com nas vendas de seus computadores em 2021 e 2022, logo a base do Safari também pode ter se mantido mais estável por causa disso. De qualquer forma, certamente não houve um acompanhamento dos números, o que poderia indicar um menor uso do software instalado de fábrica pelos fãs da Maçã.

Safari x Edge

O Safari testou algumas mudanças interessantes no ano passado, como um novo layout e recursos de segurança, mas nada que chegue perto da quantidade de melhorias que a Microsoft introduziu no seu software. Em alguns aspectos, o Edge se tornou mais avançado que o próprio Chrome, o navegador originalmente criado sobre a plataforma Chromium.

Desde a morte do Internet Explorer que a criadora do Windows não consegue emplacar seu navegador junto ao público. A empresa chegou a testar uma versão própria do Edge, com motor próprio, mas a ideia não decolou. Quando adotou o Chromium, contudo, o software herdou todos os benefícios do código aberto e começou a crescer.

Nessa luta pela atenção, quem mais perdeu foi o Firefox: após quase ultrapassar o Safari em fevereiro de 2022, o navegador perdeu usuários ativos — não se sabe se foi para o Chrome ou para o Edge. Completam a lista os demais navegadores com uma aceitação de 2,5% do mercado e o Opera com 2,44% do total de navegadores para desktops.

Fonte: Canaltech

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