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Microempresas sofrem 252% mais tentativas de fraude que a média do setor

·1 min de leitura

A pandemia e a alta no desemprego levaram muitos brasileiros para o empreendedorismo. Com isso, aumentou a frequência de ataques cibernéticos contra esse público. Segundo a ClearSale, especialista em soluções antifraude, as microempresas têm 252% mais tentativas de fraudes que a média das empresas.

Os fraudadores identificaram que os microempreenderores têm dificuldade para lidar com a análise de fraude. “As fraudes direcionadas a pessoas jurídicas, como o microempreendedor individual (MEI), são cada vez mais comuns”, aponta Henrique Braga, head de fraude empresarial da ClearSale.

Microempreendedores têm dificuldade para analisar fraudes (Imagem: Reprodução/Elements/tommyandone)
Microempreendedores têm dificuldade para analisar fraudes (Imagem: Reprodução/Elements/tommyandone)

Entre as ações mais comuns está o uso de dados de terceiros para abertura de lojas em nome de outras pessoas. O criminoso, então, cria empresas em seu próprio nome ou no de terceiros — esses indivíduos fornecem seus dados pessoais para compras e registro de bens. Depois, as usa para aplicar golpes.

Práticas complexas

Quanto maior a fraude planejada, mais complexas podem ser as práticas. Isso inclui desde a compra de empresas falidas, para se aproveitar do histórico de mercado delas, até a simulação de operações de fábricas. “Por ser um processo que requer maior complexidade de análise pode se tornar caro e aumentar a vulnerabilidade de empreendimentos não especializados.”

Braga lembra que, para evitar ser vítima desses golpes, os donos de microempresas devem recorrer ao uso de tecnologias e ao apoio de empresas especializadas no assunto. “Isso vai permitir otimizar os processos de decisão da empresa”, conclui.

Fonte: Canaltech

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