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Microempreendedores apostam mais em WhatsApp e redes sociais do que site próprio

·1 minuto de leitura

Você já procurou por uma empresa na internet e não encontrou o site dela? Segundo a pesquisa “MEIs - Microempreendedores Individuais”, do UOL, há grandes chances de que isso já tenha ocorrido: ela mostra que 78% dos microempreendedores brasileiros não têm site para divulgação de serviços ou produtos.

Embora a modalidade MEI exista desde 2009 (para abranger profissionais autônomos e pequenos empresários que, muitas vezes, trabalham de maneira informal), é comum que ainda optem por confiar inteiramente nas redes sociais para divulgar suas atividades. Entre elas, o destaque é o WhatsApp, com 88%, seguido por Facebook (70%), Instagram (69%) e TikTok (20%).

Para Ricardo Leite, diretor de produtos digitais do UOL, o levantamento mostra que ter o próprio negócio é um caminho repleto de desafios. “Principalmente quando a maioria, além de administrar o empreendimento, também precisa entender quais são as leis e os seguros disponíveis”, avalia.

Imagem: Reprodução/Elements/ckstockphoto
Imagem: Reprodução/Elements/ckstockphoto

De acordo com o estudo, 55% dos empreendedores participantes escolheram ser MEIs para regularizar o trabalho e receber benefícios previdenciários. Além disso, 34% estão em busca de realizar o próprio sonho e 33% têm MEI para prestar serviços a outras empresas.

Participaram da pesquisa 200 MEIs de todo o Brasil, vindos de todas as classes sociais, entre 10 e 16 de maio de 2021. Eles responderam a um questionário online pela plataforma MindMiners, que verificou que o perfil microempresarial brasileiro é composto por 52% de pessoas do gênero feminino. Entre os respondentes, a faixa etária mais representativa é de 25 a 34 anos (28,5%).

Fonte: Canaltech

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