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Metroviários de SP ameaçam entrar em greve no próximo dia 20

LUCA CASTILHO
·1 minuto de leitura
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 17/02/2021 - Plataforma de embarque e desembarque da estacão Jabaquara, na zona sul.  (Rivaldo Gomes/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 17/02/2021 - Plataforma de embarque e desembarque da estacão Jabaquara, na zona sul. (Rivaldo Gomes/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Sindicato dos Metroviários de São Paulo aprovou a possibilidade de uma "greve sanitária" no dia 20 deste mês, véspera do feriado de Tiradentes, celebrado em 21 de abril.

A decisão foi tomada em uma assembleia online realizada nesta quarta (7), em que participaram metroviários de todas as linhas, inclusive os funcionários da ViaMobilidade e ViaQuatro, que são privatizadas. Uma nova assembleia será realizada no dia 19 para tomar a decisão final.

A principal reivindicação da categoria, que não parou de trabalhar durante a pandemia de Covid-19, é a inclusão dos metroviários e demais trabalhadores do transporte público no grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19, assim como ocorreu com professores e profissionais da área de segurança.

Há também a reivindicação de que governos implementem lockdown e o apoio a causas como o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600, além das diretrizes descritas no Plano de Emergência apresentado pelo sindicato ao estado.

O sindicato destaca que "o governo Doria e a direção do Metrô ignoraram o Plano de Emergência apresentado pelo sindicato e não vacinaram os metroviários, embora sejam trabalhadores essenciais".

Ao todo, 1.023 funcionários participaram da votação e 661 (64,6%) decidiram pela greve. Além da paralisação, a categoria decidiu participar do Dia de Luto e de Luta, em 16 de abril. Nesse dia, os metroviários irão trabalhar sem uniforme, de preto e com adesivos.

Procurado, o Metrô informou que não irá se posicionar, mas destacou que mantém negociações com os trabalhadores.