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Metalúrgicos da LG em São Paulo recusam proposta da empresa e iniciam greve

FERNANDA BRIGATTI
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Cerca de 700 trabalhadores da fábrica da LG em Taubaté (SP) entraram em greve nesta segunda-feira (12). Eles recusaram a proposta de indenização apresentada pela empresa após uma rodada de reuniões com o sindicato dos metalúrgicos na semana passada. O plano de demissão indenizada apresentado pela LG, segundo os representantes dos trabalhadores, previa pagamentos de R$ 8.000 a R$ 35,8 mil, de acordo com o tempo de casa, PLR (participação nos lucros e resultados) e descontos para faltas sem justificativa. A proposta também previa a manutenção do plano de saúde aos funcionários até o dia 31 de janeiro de 2022. Além da paralisação na produção, os trabalhadores deram início a vigílias na porta da fábrica. O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté diz que agora estuda ações e protestos para pressionar a empresa a reabrir as negociações. Foram quatro as rodadas de conversa na semana passada. Segundo o sindicato, a LG afirmou que a proposta era a melhor que poderia apresentar. A empresa foi procurada, mas ainda não respondeu à reportagem. A LG Eletronics anunciou no dia 5 de abril a decisão de se retirar do mercado mundial de smartphones. No Brasil, a empresa de origem sul-coreana fabrica celulares na unidade no interior de São Paulo, onde também são produzidos notebooks e monitores. A previsão da empresa é encerrar definitivamente a fábrica de celulares até o dia 31 de maio. Para a planta de monitores e notebooks, a expectativa, segundo o plano divulgado pelo sindicato aos trabalhadores, é paralisar a produção em Taubaté até 31 de agosto deste ano. Segundo o sindicato, aderiram à greve os funcionários que estão sob risco de demissão. Devido ao encerramento da linha de celulares, a LG anunciou que a fabricação de notebooks e monitores será transferida para Manaus (AM), onde a empresa produz outros itens, como televisores. O fechamento da produção de celulares em Taubaté coloca em risco outros 430 empregos diretos em três fábricas na região —duas em Caçapava e uma em São José dos Campos—, que são fornecedoras de componentes para a LG. Na semana passada, as trabalhadoras das terceirizadas —90% da força de trabalho é formada por mulheres, segundo o sindicato local— já tinham decidido entrar em greve. Elas querem ser incluídas no plano de demissão da LG, para que possam receber as mesas indenizações dos funcionários ATUALIZAÇÕES Na sexta (9), a LG anunciou que todos os smartphones premium em uso receberão até três atualizações do sistema operacional Android a partir do ano da compra. A garantia valerá aos telefones LG premium lançados em 2019 e posteriores (série G, série V, Velvet, Wing), enquanto alguns modelos de 2020, como LG Stylo e série K, receberão duas atualizações de sistema operacional, de acordo com a companhia.