Metais básicos operam sem direção clara

Os contratos futuros de metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME) operam sem direção clara nesta manhã. Apesar da queda do dólar, que normalmente impulsiona os preços dos metais, investidores ainda digerem notícias sobre a troca de comando na China e os receios com o "abismo fiscal" nos EUA impõem cautela.

Por volta das 9h50 (de Brasília), o contrato de cobre para três meses estava cotado a US$ 7.641,50 a tonelada, de US$ 7.640,00 no fechamento de ontem. Já o alumínio perdia 0,8%, a US$ 1.955,00 a tonelada. O zinco tinha desvalorização de 0,5%, a US$ 1.940,50 a tonelada. O níquel recuava 0,4%, a US$ 16.091,00 a tonelada. O chumbo caía 0,3%, a US$ 2.176,00 a tonelada. E o estanho recuava 0,1%, a US$ 20.449,00 a tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de cobre para dezembro tinha alta de 0,25%, a US$ 3,4615 a libra-peso.

"Há um sentimento de que o novo governo da China vai tentar estabelecer sua marca, ao aprovar um amplo programa de estímulos que ficou paralisado este ano, em função da troca de comando. Entretanto, os indicadores chineses começam a mostrar sinais de melhora e assim novos estímulos podem ser adiados", comenta Jack Pollard, analista da Sucden Financial. A China é a maior consumidora de metais industriais do mundo. As informações são da Dow Jones.

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