Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.338,98
    +1.671,32 (+1,57%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.843,53
    -388,67 (-0,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,92
    +1,49 (+1,74%)
     
  • OURO

    1.842,00
    +29,60 (+1,63%)
     
  • BTC-USD

    41.855,14
    +198,28 (+0,48%)
     
  • CMC Crypto 200

    995,50
    +0,75 (+0,08%)
     
  • S&P500

    4.566,34
    -10,77 (-0,24%)
     
  • DOW JONES

    35.225,57
    -142,90 (-0,40%)
     
  • FTSE

    7.589,66
    +26,11 (+0,35%)
     
  • HANG SENG

    24.127,85
    +15,07 (+0,06%)
     
  • NIKKEI

    27.467,23
    -790,02 (-2,80%)
     
  • NASDAQ

    15.193,00
    -13,00 (-0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1991
    -0,1080 (-1,71%)
     

Meta: primeiro caso de assédio sexual é registrado no metaverso

·1 min de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • A companhia Meta está criando sua plataforma no metaverso, a Horizon Worlds;

  • Contudo, em pouco tempo de testes, diversos casos de comportamento abusivo vêm sendo relatados;

  • Nas últimas semanas, o primeiro caso de assédio dentro do metaverso foi registrado.

A companhia Meta, responsável por grandes marcas como a rede social Facebook, o aplicativo de conversas WhatsApp e o Oculus, aparelho de realidade virtual, vem criando junto ao público sua própria plataforma no metaverso, a Horizon Worlds.

O espaço virtual foi liberado nos EUA e no Canadá para alguns milhares de voluntários.

Contudo, o que parecia ser apenas brincadeira já apresentou problemas sérios. Nas últimas semanas, diversos comportamentos abusivos foram denunciados na plataforma, incluindo o primeiro caso de assédio registrado no metaverso.

Leia também:

Uma mulher que participava de um dos testes afirmou, em um dos fóruns do Horizon Worlds, que seu avatar havia sido apalpado por um estranho.

A vítima escreveu que “assédio sexual não é brincadeira na internet, mas estar em Realidade Virtual adiciona toda uma nova camada que faz o evento ficar ainda mais intenso."

A mulher, que pediu para não ter o nome divulgado, afirma que durante a situação as testemunhas não a ajudaram e ainda apoiaram o comportamento.

Vivek Sharma, vice-presidente do projeto, afirma que a companhia já analisou o ocorrido, mas conclui que a culpa partiu da participante por não ter utilizado os mecanismos de segurança do metaverso, chamados de Safe Zone (“Zona Segura”, em português).

As informações são da Tecmundo.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos