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Meta de inflação de 2025 será de 3%, define Conselho Monetário Nacional

***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF,  BRASIL,  04-05-2022 -  Sede do Banco Central, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, BRASIL, 04-05-2022 - Sede do Banco Central, em Brasília. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O CMN (Conselho Monetário Nacional) definiu nesta quinta-feira (23) que a meta de inflação para 2025 será de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Não houve modificações nas metas para 2023 e 2024, respectivamente, 3,25% e 3%, com a mesma margem.

O CMN é atualmente presidido pelo ministro Paulo Guedes (Economia) e composto pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, e por Esteves Colnago, secretário especial de Tesouro e Orçamento do Ministério da Economia.

A meta serve para ancorar as expectativas do mercado financeiro e, desde 2019, vem sendo reduzida em 0,25 ponto percentual ao ano até chegar aos 3%, em alinhamento com outras economias emergentes.

O BC calibra a taxa básica de juros, a Selic, para atingir o centro da meta de inflação.

Quando a inflação encerra o ano acima do teto do alvo, o presidente do BC fica obrigado a apresentar uma carta aberta ao ministro da Economia justificando as razões de não ter cumprido o objetivo e explicando as providências que serão tomadas para que a inflação volte aos limites fixados.

Foi o caso em 2021, quando Campos Neto escreveu que a inflação de dois dígitos (10,06%) era culpa do fenômeno global. O presidente do BC citou também a pressão cambial, o risco fiscal e a crise hídrica para justificar o estouro do teto da meta no ano passado.

Diante de uma inflação persistente e disseminada nos últimos meses, a autoridade monetária já admite o descumprimento da meta pelo segundo ano consecutivo.

No acumulado de 12 meses até maio, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu 11,73%. A estimativa do BC para a inflação de 2022 é 8,8%, longe do teto estipulado (5%).

A apresentação preliminar do relatório trimestral de inflação, nesta quinta, mostrou que a autarquia prevê que o IPCA fique em 11,31% no acumulado de 12 meses até agosto. Nas projeções de curto prazo, considera altas de 0,81% em junho, de 0,84% em julho e de 0,33% em agosto. No trimestre, estima avanço de 1,99%.

O sistema de metas de inflação foi adotado em 1999 para dar segurança à sociedade sobre os rumos da economia, evitando o risco de hiperinflação que atingiu o país nas décadas de 1980 e 1990. O objetivo é fixado pelo CMN com três anos-calendário de antecedência.

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