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Meta compartilhará mais detalhes sobre segmentação de anúncios políticos

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A Meta, proprietária do Facebook, anunciou na última segunda-feira (23) que trará mais transparência em relação às informações sobre como os anúncios políticos e “questões sociais” são direcionados aos pesquisadores e aos usuários da plataforma.

A partir do final deste mês, a Meta fornecerá "informações detalhadas de segmentação para anúncios sociais, eleitorais ou políticos" para "pesquisadores acadêmicos aprovados" que se registraram para fazer parte da iniciativa de compartilhamento de pesquisas da empresa, segundo o vice-presidente de integridade nos negócios da empresa, Jeff King.

As informações serão disponibilizadas de forma detalhada para os pesquisadores que fazem parte do programa Facebook Open Research and Transparency (FORT) da empresa. “Esses dados serão fornecidos para cada anúncio individual e incluirão informações como as categorias de interesse escolhidas pelos anunciantes”, informou a Meta.

De acordo com a companhia, a iniciativa do Facebook Open Research and Transparency (FORT) foi criada para ajudar pesquisadores acadêmicos qualificados a entender o impacto das mídias sociais na sociedade com a inclusão de medidas para proteger a privacidade dos usuários.

A empresa já havia tentado conceder alguns dados de segmentação para pesquisadores por meio do FORT no ano passado, mas as informações ficaram disponíveis apenas para anúncios políticos durante um período de três meses antes das eleições de 2020.

Segundo a Meta, agora, os pesquisadores também poderão acessar “todos os anúncios sociais, eleitorais e políticos veiculados globalmente desde agosto de 2020”. A empresa também disponibilizará uma quantidade mais limitada de dados de segmentação de anúncios políticos ao público por meio de sua Biblioteca de Anúncios.

Os dados fornecidos aos pesquisadores incluirão um resumo das informações de segmentação para anúncios políticos, incluindo localização, dados demográficos e interesses, escolhidos para ajudar a segmentar cada anúncio individual.

A biblioteca de anúncios estará publicamente disponível na Meta a partir de julho e permitirá que qualquer pessoa veja informações mais gerais sobre como páginas específicas do Facebook estão direcionando seus anúncios, segundo a big tech.

“Por exemplo, a biblioteca de anúncios pode mostrar que, nos últimos 30 dias, uma página exibiu 2.000 anúncios sobre questões sociais, eleições ou política, e que 40% de seus gastos com esses anúncios foram direcionados a 'pessoas que moram na Pensilvânia' ou 'pessoas que estão interessadas em política”, disse a empresa.

Meta fornecerá informações detalhadas de segmentação para anúncios políticos (Imagem: Reprodução/Will Francis/Unsplash)
Meta fornecerá informações detalhadas de segmentação para anúncios políticos (Imagem: Reprodução/Will Francis/Unsplash)

Facebook recebe críticas

O Facebook já foi alvo de críticas de dentro e de fora da empresa sobre como anúncios políticos altamente segmentados ousam minar o discurso político. Muitos pesquisadores já argumentaram sobre a importância de entender como os anúncios eleitorais são direcionados e quem são as pessoas e as organizações por trás de cada um deles.

Por outro lado, a Meta foi resistente à ideia, considerando que haviam preocupações relacionadas a privacidade por parte da empresa. Mesmo assim, alguns grupos tentaram estudar a questão por conta própria, como aconteceu com uma equipe da Universidade de Nova Yrok.

Para entender o funcionamento e a segmentação dos anúncios eleitorais, o grupo desenvolveu uma extensão de navegador. Com isso, descobriu por meio dos dados que haviam diversos pontos negativos na biblioteca de anúncios do Facebook.

O estudo concluiu que, de agosto de 2020 a janeiro de 2021, a desinformação recebeu seis vezes mais cliques no Facebook do que nos posts contendo notícias factuais. A desinformação também foi responsável pela grande maioria das postagens da extrema direita — 68% — em comparação com 36% das postagens vindas da extrema esquerda.

Após o ocorrido, a Meta bloqueou as contas pessoais dos pesquisadores e o acesso ao site alegando que a decisão estava relacionada ao uso da extensão para o estudo por parte do grupo que permitia aos usuários compartilhar anonimamente os anúncios que viam no Facebook com os pesquisadores.

Fonte: Canaltech

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