Mercado fechado
  • BOVESPA

    119.920,61
    +356,17 (+0,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.934,91
    +535,11 (+1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,83
    +0,12 (+0,19%)
     
  • OURO

    1.814,80
    -0,90 (-0,05%)
     
  • BTC-USD

    56.241,85
    -576,55 (-1,01%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.458,51
    -12,91 (-0,88%)
     
  • S&P500

    4.201,62
    +34,03 (+0,82%)
     
  • DOW JONES

    34.548,53
    +318,19 (+0,93%)
     
  • FTSE

    7.076,17
    +36,87 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.807,50
    +170,04 (+0,59%)
     
  • NIKKEI

    29.392,25
    +60,88 (+0,21%)
     
  • NASDAQ

    13.654,00
    +56,25 (+0,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3670
    +0,0004 (+0,01%)
     

Mesmo com fracasso em quatro capitais, líder do governo diz que Bolsonaro não foi derrotado

Ana Paula Ramos
·2 minuto de leitura
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - NOVEMBER 15: President of Brazil Jair Bolsonaro (L) leaves after voting during the municipal elections at Vila Militar on November 15, 2020 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Luis Alvarenga/Getty Images)
RIO DE JANEIRO, BRAZIL - NOVEMBER 15: President of Brazil Jair Bolsonaro (L) leaves after voting during the municipal elections at Vila Militar on November 15, 2020 in Rio de Janeiro, Brazil. (Photo by Luis Alvarenga/Getty Images)

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta segunda-feira (16) que é “totalmente inadequada” a tentativa de criar o resultado das eleições municipais como uma derrota para o presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o líder considerou que o chefe do Executivo saiu vitorioso do pleito por causa da diminuição da presença da esquerda.

"Dizer que o presidente foi derrotado nessa eleição é uma falácia. Pelo contrário, ele foi vitorioso. Porque o seu adversário ele conseguiu combater. Não eliminou, mas reduziu muito, especialmente o PT", avaliou Barros, em entrevista ao UOL.

Leia também

Durante a semana passada, o presidente realizou transmissões ao vivo, o que ele chamou de “horário eleitoral gratuito para fazer campanha a candidatos. Bolsonaro declarou apoio a seis postulantes a prefeito de capitais. Desses, apenas dois tiveram sucesso no primeiro turno.

O presidente pediu votos a Marcelo Crivella (Republicanos), que tenta a reeleição no Rio, e vai disputar o segundo turno com o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), e Capitão Wagner (PROS), candidato a prefeito em Fortaleza, também continua na disputa.

"Essa tentativa de criar deste resultado de eleição uma derrota para o presidente é totalmente inadequada. Quem é que diminuiu de fato na eleição? O PT, que é o adversário primeiro do presidente Bolsonaro", acrescentou o parlamentar.

A maior derrota do PT foi em São Paulo. Jilmar Tatto, candidato a prefeito pelo partido, teve apenas 8,65% dos votos válidos.

Barros disse que Bolsonaro não escolheu candidatos para ganhar a eleição e seu apoio se deu por “questões ideológicas e de lealdade”. Celso Russomanno (Republicanos), apoiado pelo presidente, começou a campanha na liderança e terminou em quarto lugar na disputa à Prefeitura de São Paulo. O marqueteiro da campanha, Elsinho Mouco, atribuiu a derrota do candidato à lealdade ao presidente.

O líder na Câmara defendeu também que, apesar de Bolsonaro ser de direita, seu governo é de centro-direita já que ele se associou e fez uma aliança com os partidos de centro para governar.

"O Lula era de esquerda e o seu governo foi de centro-esquerda. E qualquer presidente nesse modelo de Constituição que nós temos vai ter que se alinhar a alguém para governar e cada vez mais. Então, tem que juntar muita gente para fazer maioria na Câmara e Senado. Tem que juntar muita gente para fazer uma emenda constitucional. Então o presidente vai precisar se alinhar a esses grupos", afirmou.