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Mesmo com crise de componentes, Apple pretende aumentar a produção do iPhone 13

·2 minuto de leitura

A Apple está antecipando uma alta demanda dos modelos da linha iPhone 13, e já teria encomendado a produção de mais de 90 milhões de unidades do aparelho apenas em 2021. O número representa um aumento de cerca de 20% em comparação com o iPhone 12, e os fornecedores já estão se preparando para este acréscimo.

A Foxconn — principal parceira na montagem dos iPhones — contratou mais de 200 mil novos funcionários para trabalharem na cadeia de produção. Até mesmo o governo chinês está ajudando no processo de inclusão de novos empregados, fornecendo mais de 100 ônibus para transporte gratuito para as fábricas diariamente.

Já a Luxshare, empresa que produzirá em massa as telas mini-LED para os MacBooks Pro M1X, também foi consultada pela Apple para auxiliar na montagem dos novos dispositivos móveis. Esta fornecedora foi contratada recentemente, e deve produzir principalmente os aparelhos mais caros da linha, o iPhone 13 Pro e iPhone 13 Pro Max.

Apple pretende garantir estoques

Apple espera que o iPhone 13 tenha alto índice de vendas (Imagem: Divulgação/Apple)
Apple espera que o iPhone 13 tenha alto índice de vendas (Imagem: Divulgação/Apple)

A Apple parece estar confiante com as vendas dos aparelhos da linha iPhone 13, mesmo ainda dentro do cenário de pandemia da covid-19 e consequente crise dos semicondutores. Como a crise sanitária ainda poderá diminuir o ritmo de produção, dependendo de onde os próximos surtos acontecerem, a marca pode estar simplesmente ampliando a quantidade de aparelhos montados por diferentes fornecedoras para evitar a falta de estoque — assim como já parece ter acontecido com o Apple Watch Series 7.

De acordo com analistas, a Apple poderá vender mais de 240 milhões de aparelhos apenas em 2021, somadas as linhas iPhone 11, 12, 13 e SE. Além disso, somente a série iPhone 13 representará entre 35% e 45% de todos os iPhones no planeta já no terceiro trimestre deste ano, de acordo com uma pesquisa do analista Dan Ives.

Mesmo que a Apple não consiga vender todos os aparelhos que produzir em 2021, eles poderão ser disponibilizados no ano que vem. Além disso, pesquisas anteriores indicam que o iPhone 12 continuará com grande demanda, especialmente por conta da diminuição de preço em cerca de 100 dólares (cerca de R$ 522 em conversão direta) dos modelos de 2020 — baixa que chegou a até R$ 1.500 em modelos vendidos no Brasil. Portanto, a Maçã segue confiante nas altas vendas de seus dispositivos.

Fonte: Canaltech

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