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Sem esmola: mesmo com 'ajuda' de Bolsonaro, caminhoneiros mantém greve para 1º de novembro

·1 min de leitura
  • Presidente prometeu o auxílio-diesel no valor de R$ 400;

  • Declaração do presidente não agradou, e categoria mantém a palavra sobre a greve do próximo dia 1º;

  • Bolsonaro tentou 'acalmar' as movimentações dos motoristas, iniciadas na madrugada desta quinta.

Após a promessa de Jair Bolsonaro (sem partido) nesta quinta-feira, uma das lideranças do movimento nacional dos caminheiros declarou: "Caminhoneiro não faz nada com R$ 400". A declaração do presidente não agradou, e a categoria mantém a palavra sobre a greve do próximo dia 1º de novembro, conforme apurado pelo Metrópoles. 

Durante discurso, o presidente afirmou que pagará ajuda para caminhoneiros autônomos como compensação pelos reajustes recentes no preço do diesel. Sem muitos detalhes, disse que 750 mil profissionais serão beneficiados. Com o 'auxílio-diesel', Bolsonaro tentou 'acalmar' as movimentações dos transportadores de combustíveis, iniciadas na madrugada desta quinta-feira no Rio de Janeiro e mais dois estados do sudeste.

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“Caminhoneiro não faz nada com R$ 400, com diesel na média de R$ 4,80. Os R$ 400 propostos pelo presidente não atendem as demandas dos caminhoneiros. Manteremos nossas demandas e greve em 1º de novembro”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores, Wallace Landim, ao portal. 

A principal pauta da categoria é a redução dos preços do diesel, gás de cozinha, gasolina e outros derivados do petróleo

"A falta de combustíveis na bomba e o aumento do preço já iam acontecer. Com as paralisações, o que pode ocorrer é um agravamento da situação. Se o governo subsidiar o valor, não quer dizer que o preço está mais em conta. O governo paga essa conta mas não tem dinheiro. Engana-se quem acha que vai estar economizando por não pagar um combustível mais caro", explicou Daniel Toledo, advogado e consultor de negócios da Toledo e Advogados Associados.

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