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Mesmo após aviso, governo desacredita em greve dos caminhoneiros

·1 min de leitura
Caminhoneiros durante greve em 2018
Greve deve durar quinze dias, caso aconteça

(REUTERS/Rodolfo Buhrer)

  • Caminhoneiros devem entregar hoje uma lista com reivindicações ao governo;

  • Caso não haja um acordo, a categoria prometeu paralisar a partir de 1º de novembro;

  • Apesar disso, o governo não acredita na ameaça, conforme apurado pelo Estadão.

Apesar dos caminhoneiros prometerem uma greve nacional a partir do dia 1º de novembro, o governo não acredita que a paralização acontecerá. As informações foram obtidas pelo Estadão.

De acordo com a reportagem, a ameaça é vista como falsa, bem como outras feitas antes e que não chegaram a se concretizar. Desde 2018 foram 16 tentativas de greve malsucedidas, sendo quatro neste ano, aponta o veículo. Oficialmente, o assunto não foi comentado pelo governo.

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Ainda assim, os caminhoneiros prometeram entregar, nesta segunda-feira (18), uma lista com reivindicações. Dentre as demandas, está a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho, mudança na política dos preços da Petrobras para combustíveis – como forma de reduzir os preços do diesel – e valor mínimo do frete rodoviário.

Caso não haja um acordo, a categoria paralisará ao longo de quinze dias. Como forma de garantir a promessa, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, garantiu sua participação. “Serei o primeiro (a parar em 1º de novembro)”, disse.

O documento que será entregue ao governo contará com as assinaturas da Abrava, do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL). Esta é a primeira vez que as três entidades se unem ao mesmo movimento, conforme informaram.

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