Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.981,66
    +372,99 (+1,05%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

Mercado de trabalho melhora nos EUA, mas continua fraco

·3 minuto de leitura
Um homem em frente a uma loja em Sausalito, Califórnia, em 3 de junho de 2021

O mercado de trabalho melhorou em maio nos Estados Unidos, mas continua fraco, com 7,6 milhões de empregos a menos do que em fevereiro de 2020, antes da pandemia, um argumento para o presidente Joe Biden em suas negociações para seu gigante plano de infraestrutura.

A economia americana acrescentou 559.000 empregos em maio e o índice de desemprego se reduziu a 5,8%, informou nesta sexta-feira (4) o Departamento de Trabalho, em um contexto em que a vacinação em massa contra a covid permitiu reaberturas e contratações nas empresas.

O número de novas vagas é menor do que o esperado pelos analistas, mas o dobro de abril, sinal de que a recuperação está se acelerando.

Os setores que foram mais gravemente prejudicados pelas restrições comerciais para conter o vírus constituíram a maior parte do avanço no mês passado: lazer e hotelaria somaram 292.000 empregos, dois terços deles em negócios como bares e restaurantes.

As acomodações somaram 35.000 posições, e as empresas de entretenimento, jogos de azar e recreação acrescentaram 58.000.

No entanto, este setor ainda tem 2,5 milhões de empregos a menos em comparação com fevereiro de 2020, de acordo com o relatório.

Em relação aos salários, a remuneração média por hora aumentou 15 centavos, para 30,33 dólares, depois de um aumento de 21 centavos em abril, que o Departamento do Trabalho atribuiu aos esforços das empresas para atrair trabalhadores desempregados de volta ao mercado.

"Os dados dos últimos dois meses sugerem que a crescente demanda de mão de obra associada com a recuperação da pandemia pode ter exercido uma pressão de aumento sobre os salários", diz o relatório oficial, apesar de acrescentar que as demissões causadas pela pandemia "complicam a análise" das tendências salariais.

- O futuro -

O presidente Joe Biden tuitou um "avanço histórico para as famílias e a economia americana". “Nenhuma grande economia do mundo cria empregos tão rapidamente quanto nós”, acrescentou.

Mas "o crescimento do emprego é surpreendentemente lento em uma economia que não enfrenta mais problemas de capacidade", disse Rubeela Farooqi, economista-chefe da HFE.

Os empregadores não conseguem convencer alguns trabalhadores a voltar ao mercado, principalmente nos segmentos de menor remuneração.

Metade da população dos EUA está vacinada contra o coronavírus, permitindo a reabertura de bares, parques de diversões e outros locais de entretenimento.

As viagens também estão sendo retomadas: os aeroportos do país registraram a maior frequência de viajantes de março de 2020 até o final de maio, durante o fim de semana prolongado do Memorial Day da última segunda-feira.

Mas muitos temores relacionados à covid persistem e, em particular, as escolas não foram totalmente reabertas, dificultando o cuidado das crianças.

Além disso, as vagas disponíveis nem sempre correspondem às competências de quem procura emprego.

O seguro-desemprego, superior ao habitual e que incluía alguns trabalhadores autônomos, não os incentiva a regressar ao trabalho, segundo os republicanos, que irão suspender ou reduzir estes subsídios na maioria dos estados que governam.

Dos 15 milhões de pessoas que atualmente recebem seguro-desemprego, cerca de 2,3 milhões ficarão sem renda, calcula Nancy Vanden Houten, analista da Oxford Economics.

jul/Dt/esp/mr/dga/jc