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Mercado de títulos indica que BC agirá contra inflação nos EUA

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Títulos do Tesouro americano de curto prazo e protegidos contra a inflação se depreciaram ainda mais nesta sexta-feira, indicando que o mercado vê maior probabilidade de o Federal Reserve abordar o aumento das expectativas de inflação na reunião da semana que vem.

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Os rendimentos dos títulos do Tesouro com vencimento em dois a cinco anos chegaram perto dos maiores níveis do último ano, estreitando ainda mais a diferença entre as taxas de curto e longo prazo. O spread entre as taxas dos papéis de cinco e 30 anos chegou a 71 pontos-base pela primeira vez em 2021.

“É a ideia de que os bancos centrais não podem ignorar completamente a inflação”, disse George Gonçalves, estrategista-chefe de macroeconomia dos EUA da MUFG Securities Americas. “Mesmo que não possam embarcar em uma campanha de elevação de juros, eles precisam fazer alguma coisa.”

Nesta sexta, o mercado de contratos futuros de eurodólar precificava maior chance de aumento de juros pelo Fed a partir do próximo ano. A probabilidade de acréscimo nos juros em junho chegou a 87%, com base em contratos de swaps vinculados às datas das reuniões do Fed.

“Os investidores de renda fixa que atuam contra sinais de inflação voltaram com tudo no início da curva de juros e estão forçando a mão dos bancos centrais”, disse Gonçalves.

Os rendimentos dos títulos públicos protegidos contra inflação (TIPS, na sigla em inglês) dispararam pelo segundo dia seguido, refletindo previsões de que o Fed tomará medidas para esfriar a inflação. O rendimento dos TIPS de cinco anos avançou quase 10 pontos-base na quinta-feira e chegou a subir 14 pontos-base nesta sexta.

No início da semana, os rendimentos dos TIPS atingiram os menores níveis em um mês. O rendimento do papel de 30 anos ficou a 2 pontos-base de distância do menor nível histórico, alcançado em agosto de 2020. Com isso, as taxas de inflação de equilíbrio atingiram os maiores patamares em anos. No caso do prazo de cinco anos, a taxa passou de 3%. Na sexta, essa taxa de inflação de equilíbrio chegou a cair para 2,83% devido ao recuo dos preços de energia.

“A história fundamental é que os bancos centrais apertam a política monetária”, fazendo com que os rendimentos reais aumentem, disse Gang Hu, sócio da Winshore Capital Partners em Nova York. “Ao longo das últimas semanas, houve exagero nos TIPS”, já que os influxos para fundos negociados em bolsa (ETFs) provocaram a fuga de quem estava vendido. “Agora estamos vendo uma correção.”

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