Mercado fechado
  • BOVESPA

    119.598,20
    -1.038,19 (-0,86%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.119,99
    -375,42 (-0,83%)
     
  • PETROLEO CRU

    53,28
    +0,30 (+0,57%)
     
  • OURO

    1.867,80
    +27,60 (+1,50%)
     
  • BTC-USD

    35.186,71
    +786,74 (+2,29%)
     
  • CMC Crypto 200

    697,04
    -3,57 (-0,51%)
     
  • S&P500

    3.855,19
    +56,28 (+1,48%)
     
  • DOW JONES

    31.174,55
    +244,03 (+0,79%)
     
  • FTSE

    6.740,39
    +27,44 (+0,41%)
     
  • HANG SENG

    29.962,47
    +320,19 (+1,08%)
     
  • NIKKEI

    28.523,26
    -110,20 (-0,38%)
     
  • NASDAQ

    13.310,25
    +324,75 (+2,50%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4255
    -0,0731 (-1,12%)
     

Mercado prevê que inflação pelo IPCA ficará em 4,38% em 2020

Letycia Bond - Repórter da Agência Brasil
·2 minuto de leitura

O Banco Central (BC) baixou de 4,39% para 4,38% a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2020, segundo informações do boletim Focus divulgado hoje (4). Com periodicidade semanal, o documento reúne as projeções para os principais indicadores da economia.

O indicador ultrapassa o centro da meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional de 4%. Contudo, se considerada a margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, o índice, porém, permanece dentro da meta, já que pode variar de 2,5% a 5,5%.

A projeção para 2021 também foi reduzida, pela segunda semana consecutiva, de 3,34% para 3,32%. Já o índice esperado para 2022 e 2023 permaneceu inalterado, de 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Outro parâmetro adotado pelo mercado financeiro é a taxa básica de juros, a Selic, que consiste no principal instrumento usado pelo BC para alcançar a meta de inflação. Nesta edição, a taxa prevista para 2021 foi diminuída de 3,13% para 3%. Quanto a 2022 e 2023, a expectativa é de que seja de 4,5% e 6%, respectivamente.

No dia 9 de dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC anunciou a decisão, tomada em unanimidade, de manter a Selic em 2% ao ano. A redução da Selic favorece o barateamento do crédito e leva a um menor controle da inflação, o que estimula a produção e o consumo. Apesar disso, os bancos consideram também outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como o risco de inadimplência, a margem de lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando a Selic é mantida, o comitê considera que ajustes anteriores foram suficientes para manter a inflação sob controle.

Atividade econômica e dólar

O mercado financeiro atualizou de 4,40% para 4,36% o valor referente à retração da economia em 2020, mensurada a partir do Produto Interno Bruto (PIB), que resulta da soma de todas as riquezas do país. Quanto a este ano, a revisão foi de 3,49% para 3,40%. Para os anos de 2022 e 2023, manteve em 2,50%.

Ainda segundo o boletim Focus, a cotação do dólar para 2021 foi mantida em R$ 5,00. O valor estimado para 2022, por sua vez, foi reduzido de R$ 4,55 para R$ 4,50.

*Matéria alterada às 10h14 para correção de título.