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Mercado prevê inflação acima do teto da meta em 2022 pela primeira vez

·2 min de leitura

BRASÍLIA — O mercado passou a prever inflação de 5,02% em 2022, acima do teto da meta de 5% pela primeira vez, mostrou o relatório Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC). Na semana passada, a expectativa estava em 5%.

A meta de inflação é de 3,5% com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p) para cima ou para baixo. Se a projeção do Focus, que reúne as expectativas de mercado, se concretizar, seria o segundo ano consecutivo em que a autoridade monetária entrega uma inflação fora da meta.

Neste ano, a inflação projetada é de 10,18%, bem acima da meta de 3,75%. O Banco Central já jogou a toalha para 2021 e suas decisões para a taxa básica de juros, a Selic, miram em 2022.

A Selic vem subindo nos últimos meses, atualmente está em 7,75%, para controlar a inflação de 2022. Os juros são a principal ferramenta do BC para impactar no nível de preços no Brasil. Taxas mais altas tendem a frear o aumento da inflação.

Nesta semana, o BC se reúne para decidir o novo patamar da Selic. A expectativa é que a taxa termine o ano em 9,25% e continue subindo em 2022.

Queda no PIB

As projeções para o PIB continuam se deteriorando tanto para este ano quanto para 2022. Pela oitava semana seguida, o mercado rebaixou sua expectativa de crescimento de 2021, que chegou a 4,71%. Há quatro semanas, era de 4,93%.

Já para 2022, a queda é pela nova semana consecutiva. A expectativa chegou a 0,51%, praticamente metade do 1% projetado há um mês.

Inclusive para 2023 as projeções já começaram a se mexer. Pela primeira vez, a expectativa de crescimento se alterou e caiu de 2% para 1,95%. Para 2024, no entanto, a projeção subiu de 2% para 2,1%.

As expectativas vêm caindo por uma série de fatores econômicos que podem atrapalhar o crescimento, como a inflação em alta em conjunto com os juros, que devemchegar em 11,25% em 2022.

Além disso, há um peso da incerteza fiscal causada pela discussão sobre o teto de gastos e a PEC dos Precatórios, que acabou aprovada pelo Senado na semana passada.

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