Mercado fechado
  • BOVESPA

    111.496,21
    -2.316,66 (-2,04%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.463,26
    -266,54 (-0,55%)
     
  • PETROLEO CRU

    89,91
    -0,59 (-0,65%)
     
  • OURO

    1.760,30
    -10,90 (-0,62%)
     
  • BTC-USD

    21.021,13
    -2.332,10 (-9,99%)
     
  • CMC Crypto 200

    504,88
    -36,72 (-6,78%)
     
  • S&P500

    4.228,48
    -55,26 (-1,29%)
     
  • DOW JONES

    33.706,74
    -292,30 (-0,86%)
     
  • FTSE

    7.550,37
    +8,52 (+0,11%)
     
  • HANG SENG

    19.773,03
    +9,12 (+0,05%)
     
  • NIKKEI

    28.930,33
    -11,81 (-0,04%)
     
  • NASDAQ

    13.250,00
    -273,25 (-2,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1885
    -0,0253 (-0,49%)
     

Mercado precisa de cada grão das lavouras inundadas dos EUA

(Bloomberg) -- Os mercados globais de grãos atravessam um momento crucial, com preços finalmente em queda após uma alta vertiginoso no início deste ano. Para onde as coisas vão a partir daqui pode depender de agricultores como Justin Sherlock e o clima extremo que atinge partes do cinturão agrícola dos EUA.

Para Sherlock, como a maioria dos fazendeiros americanos, o clima maluco não é novidade. A área da Dakota do Norte onde fica sua fazenda é conhecida pelo excesso de água que recebe na primavera e pelas poças que se formam no meio dos campos. Mas este ano foi excepcional. O dilúvio foi tão intenso que as enchentes submergiram acre após acre. As poças pareciam mais lagos.

“Tem sido uma luta”, disse Sherlock, que conseguiu plantar cerca de 75% do milho e soja que havia planejado antes que as chuvas o forçassem a parar em meados de junho. “Tem sido uma primavera tão longa e horrível que farei o que puder para cultivar a melhor safra possível este ano, mas basicamente já decidi colocar minhas esperanças em 2023.”

Em qualquer ano-safra normal, a inundação em um campo como o de Sherlock pode não importar muito no panorama geral do mercado agrícola global. Mas, como todos sabem, 2022 é tudo menos um ano típico.

A invasão da Ucrânia pela Rússia sufocou as exportações de uma região conhecida como celeiro do mundo. A interrupção levou os futuros das safras a níveis quase recordes, com os estoques extremamente apertados. Isso piorou uma inflação de alimentos desenfreada e temores de escassez global de grãos.

Os mercados finalmente começaram a se acalmar nas últimas semanas com o otimismo de que os principais produtores, como Austrália e EUA, colherão safras grandes o suficiente para ajudar a reabastecer as reservas comprimidas pela guerra.

Mas, para manter a inflação de alimentos sob controle, cada alqueire nos EUA precisa atingir seu potencial máximo de rendimento, e cada grão conta.

“A produção americana desempenhará um papel importante este ano na estabilização dos mercados e qualquer ‘má notícia’ aumentará os preços nos mercados mundiais”, disse David Laborde, do International Food Policy Research Institute, em Washington.

More stories like this are available on bloomberg.com

©2022 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos