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Mercado de petróleo dá sinais de fraqueza com surtos na China

(Bloomberg) -- O mercado global de petróleo continua a emitir sinais de demanda mais fraca.

O mais recente é um indicador observado de perto do consumo de petróleo na Ásia, que caiu para uma mínima de sete meses com os surtos de vírus na China, o maior importador mundial da commodity. O prêmio dos futuros de Omã sobre os swaps de Dubai caiu abaixo de US$ 1 o barril e já registra queda de 80% este mês.

Os mercados de petróleo enfraqueceram em novembro, com sinais de alerta de uma série de indicadores amplamente observadas. Entre eles, os spreads dos futuros mais próximos de Brent e West Texas Intermediate sobre os do mês seguinte ficaram negativos, um padrão chamado contango que indica excesso de oferta. O preço de referência do barril de Brent caiu para seu nível mais baixo desde janeiro no início desta semana.

As expectativas de uma recuperação na demanda chinesa por petróleo diminuem à medida que os casos diários de Covid-19 atingem níveis recordes e as autoridades intensificam medidas de contenção e restrições de movimento. Em meio a esse cenário desafiador, algumas refinarias chinesas pararam de comprar cargas de petróleo russo, reduzindo a demanda bem no momento em que operadores esperam por mais detalhes sobre um plano do G7 para impor um teto de preço a esses barris, juntamente com sanções da União Europeia que entrarão em vigor em 5 de dezembro.

“O fato de 5 de dezembro não estar injetando nenhum prêmio sugere que o mercado está otimista de que não haverá grandes interrupções no fornecimento, pelo menos nada de forma sustentada”, disse Vandana Hari, fundador da Vanda Insights em Singapura.

O Brent teve a terceira semana de queda com os surtos na China. Em Pequim, a capital com 22 milhões de habitantes, houve uma nova rodada de restrições e as autoridades pedem que moradores não saiam de casa.

A queda do spread entre os futuros de Omã e swaps de Dubai para abaixo de US$ 1 contrasta com um pico de US$ 15 em março, quando muitos compradores começaram a evitar o petróleo russo, aumentando a demanda por petróleo do Oriente Médio.

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©2022 Bloomberg L.P.

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