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Mercado já vê Selic a 6,25% em 2021, e dólar cai com expectativa de nova alta de juros

·4 minuto de leitura

RIO — A poucos dias da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o mercado elevou as projeções de juros e inflação para este ano, segundo o Boletim Focus, relatório semanal com as expectativas de agentes de mercado divulgado pelo BC.

As projeções para Selic para o final deste ano chegaram a 6,25% ante 5,75% do relatório anterior. A taxa se manteve em 6,50% para o fim de 2022.

No caso da inflação, a expectativa é de alta para 5,82% ao término deste ano ante os 5,44% da semana anterior. Para 2022, houve aumento de 3,70% para 3,78%.

Ambos os resultados estão acima do teto da meta do governo, que é de 5,25% para este ano e 5% para 2022.

Para o PIB, houve melhora para este ano, com o crescimento econômico estimado em 4,85%, de 4,36% na semana anterior. Mas para 2022 a previsão de expansão caiu para 2,20%, de 2,31% no último relatório.

O dólar operava com baixa ante o real no início desta segunda-feira. Os investidores já se preparam para as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos, que sairão na quarta-feira. A Bolsa, por sua vez, tinha alta, tentando se firmar no patamar acima dos 130 mil pontos.

Dólar em alta

Por volta de 12h10, a moeda americana era negociada a R$ 5,07, baixa de 1,04%. No mesmo horário, o índice Ibovespa subia 1,15% aos 130.929 pontos.

Após os dados econômicos da semana passada, de inflação e mercado de trabalho nos EUA, reduzirem as apostas em uma redução de estímulos por parte do Federal Reserve, banco central americano, os agentes de mercado devem iniciar a semana com maior cautela.

Tanto lá como aqui, eles aguardam as sinalizações que os bancos centrais irão emitir e, nos EUA, as projeções do Fed para as principais variáveis macroeconômicas.

No caso brasileiro, no qual um novo aumento da Selic deve ser realizado, o questionamento é se o Banco Central abandonará o compromisso com uma “normalização parcial da taxa de juros”, indicando aumentos mais fortes nas próximas reuniões.

Por aqui, a atividade econômica continuou em alta no mês de abril. De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado nesta segunda-feira, a economia expandiu 0,44% no mês ante março.

“De olho em um exterior ameno, esperamos uma abertura de viés positivo para ativos de risco locais, que ainda terão desempenho condicionado à agenda econômica (IBC-Br)” escreveram analistas da Guide Investimentos, em nota matinal.

Petrobras sobe

Entre as ações, as ordinárias da Petrobras (PETR3, com direito a voto) subiam 2,12% a as preferenciais (PETR4, sem direito a voto), 2,07%.

As ordinárias da Vale (VALE3) subiam 0,21%. Em uma semana com possíveis avanços na Medida Provisória (MP) que abre caminho para a privatização da empresa, as ordinárias da Eletrobras (ELET3) tinham alta de 0,79% e as preferenciais (ELET6), de 2,06%.

A B3 afirmou, nesta segunda-feira, que resolveu o problema original que provocou um incidente na última quinta-feira com efeito nos sistemas que fazem a integração entre as plataformas de negociação e a clearing.

De acordo com a empresa de infraestrutura de mercado, houve atrasos na visualização e atualização de posições de clientes das corretoras e bancos, prestadores de serviços de intermediação, custódia, administração de fundos de investimentos e carrying das operações nos ambientes da Bolsa.

"Ainda há ajustes pontuais nas rotinas de pós-negociação que seguem sendo feitos pela B3 e participantes do mercado ao longo desta segunda-feira", afirmou a B3, por meio de nota.

Bolsas no exterior

As bolsas americanas operavam com sinais contrários. Por volta de 12h10, no horário de Brasília, o índice Dow Jones cedia 0,47%. No S&P, havia queda de 0,22% e, em Nasdaq, de 0,24%.

Na Europa, as bolsas operavam com ganhos. Também por volta de 12h10, em Brasília, a Bolsa de Londres subia 0,46%. Em Frankfurt, havia alta de 0,11% e, em Paris, de 0,32%.

As bolsas asiáticas fecharam em alta. O dia foi de liquidez reduzida devido a feriados que fecharam bolsas importantes como Hong Kong e China continental.

O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, subiu 0,74%.

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