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Mercado imobiliário do Rio aposta em tecnologias de segurança de última geração

Rafaella Barros
·2 minuto de leitura

RIO - O mercado imobiliário do Rio tem lançado cada vez mais condomínios de alto padrão com recursos tecnológicos voltados para a segurança dos moradores. Lançado no ano passado e com previsão de entrega em junho de 2024, o empreendimento Nove, em Ipanema, na Zona Sul da capital, é um exemplo dessa tendência. O condomínio de 32 apartamentos terá botões antipânico tanto nas áreas comuns quanto nas unidades.

— É possível acionar e, de forma discreta, sinalizar para os sistemas (da empresa de segurança que for contratada pelo condomínio) que algo atípico está acontecendo, para que as devidas providências possam ser tomadas — explica Carolina Lindner, gerente comercial da Mozak, que é a construtora responsável.

O Forma, que será lançado no Leblon no mês que vem pela incorporadora Bait, tem dispositivos como fechaduras inteligentes, sistema de reconhecimento facial para o controle de acesso dos moradores com integração à portaria remota (monitorada à distância por uma empresa de segurança) e olho mágico digital.

— O olho mágico digital possui uma câmera e uma telinha de LCD iluminada, que é instalada no mesmo lugar do olho mágico comum. Oferece muito mais qualidade e nitidez de imagem — detalha Henrique Blecher, CEO da Bait, acrescentando que há, ainda, modelos com câmera noturna, com gravação de imagens e vídeos e salvamento automático por acionamento da campainha, permitindo registrar, inclusive, data e hora.

A oferta de empreendimentos high tech na área de segurança não se restringe à Zona Sul. A Jeronimo da Veiga, por exemplo, lançou o Jardins, condomínio de luxo em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, com tecnologia QR Code para o acesso aos elevadores.

— O sistema de QR Code funciona como uma autorização de acesso ao apartamento, dada pelo morador. De posse dele, o visitante somente conseguirá acessar o imóvel referente à autorização — explica Mauricio Corrêa, diretor comercial da construtora.

Para Giovani Oliveira, gerente-geral de condomínios da Apsa, a tendência de tecnologias de maior controle de entrada e saída nos empreendimentos se intensificou ainda mais a partir da pandemia do coronavírus:

— Com o aumento do uso de delivery e do tempo em que ficam em casa, as pessoas estão se mostrando mais dispostas a aumentar a segurança.