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Mercado foca em Fed e BCE, mas redução de estímulos já começou

Stephen Spratt
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A obsessão do mercado sobre quando o Federal Reserve e o Banco Central Europeu começarão a reduzir as compras de títulos pode estar no alvo errado: a mudança já está em andamento entre um número crescente de autoridades monetárias.

O Banco do Canadá deu o passo mais recente ao dizer na semana passada que planeja reduzir as compras de ativos devido à recuperação econômica mais forte do que o esperado. O banco central da Nova Zelândia também tem comprado menos títulos, embora ainda não tenha feito nenhum anúncio oficial.

O processo pode ganhar velocidade na próxima semana. Segundo analistas, o Banco da Inglaterra pode anunciar medida semelhante para reduzir o estímulo na próxima reunião de política monetária.

O presidente do BOE, Andrew Bailey, e autoridades do banco central britânico devem anunciar alguma forma de redução gradual em 6 de maio, de acordo com o Bank of America, Mizuho Financial e NatWest Markets. Os swaps precificam cerca de 40 pontos-base em aumentos dos juros até o fim de 2023, o dobro do nível de março.

O BOE deve reduzir as compras de títulos de 4,4 bilhões de libras para 3,2 bilhões de libras (US$ 4,5 bilhões) por semana, e endossar expectativas de aumento dos juros, segundo o Bank of America. O Mizuho espera redução para cerca de 3 bilhões de libras por semana, enquanto o Natwest Markets prevê corte para 14,5 bilhões de libras por mês.

O Morgan Stanley também projeta um giro do BOE em direção a estímulos mais baixos, mas aposta em redução das compras apenas em agosto.

Embora o foco de muitos operadores provavelmente permaneça no Fed e no BCE - e na determinação desses bancos centrais de manter a política monetária mais frouxa -, a desaceleração do estímulo ganha impulso em outros lugares, e já começa a parecer inevitável.

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©2021 Bloomberg L.P.