Mercado fechará em 3 h 51 min
  • BOVESPA

    103.061,38
    +837,12 (+0,82%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.371,90
    -120,62 (-0,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,07
    +3,92 (+5,75%)
     
  • OURO

    1.789,60
    +1,50 (+0,08%)
     
  • BTC-USD

    56.896,61
    +2.558,60 (+4,71%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.427,27
    -1,66 (-0,12%)
     
  • S&P500

    4.640,36
    +45,74 (+1,00%)
     
  • DOW JONES

    35.007,95
    +108,61 (+0,31%)
     
  • FTSE

    7.143,90
    +99,87 (+1,42%)
     
  • HANG SENG

    23.852,24
    -228,28 (-0,95%)
     
  • NIKKEI

    28.283,92
    -467,70 (-1,63%)
     
  • NASDAQ

    16.293,50
    +242,50 (+1,51%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3462
    -0,0023 (-0,04%)
     

Mercado está errado sobre alta de juro pelo Fed, diz BlackRock

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- O mercado de títulos está exagerando na precificação da alta de juros pelo Federal Reserve, dado que todos os sinais ainda sugerem que a ameaça da inflação será temporária, de acordo com o estrategista-chefe de renda fixa da maior gestora de ativos do mundo.

Most Read from Bloomberg

“Acreditamos que o caminho de aumento das taxas do Fed será menos profundo do que o mercado precifica atualmente”, disse Scott Thiel, da BlackRock Inc., em entrevista à Bloomberg Television.

Os estrategistas da BlackRock esperam que o Fed mantenha seu plano de elevar os juros em 2023. Essa é uma visão que vai contra os mercados, que precificam um aumento de cerca de 30 pontos-base até setembro do próximo ano, já que tudo, desde gargalos na cadeia de suprimentos e escassez de materiais até os altos preços das commodities, estimula a inflação.

A onda de venda global de títulos dos EUA ganhou impulso nesta segunda-feira e os rendimentos das Treasuries de 10 anos subiram para 1,6%.

Os operadores ampliaram as apostas de alta dos juros na semana passada para quase 50-50 em junho, colocando o primeiro aumento bem próximo - ou potencialmente até antes - do prazo em que o Fed sugeriu que a redução gradual da compra de ativos poderia terminar.

Mas Thiel diz que os integrantes do Fed provavelmente têm espaço para ignorar as pressões causadas pela pandemia.

“Claramente, há um debate muito ativo aqui, dados os altos níveis de inflação que estamos observando”, disse Thiel. “Vai ficar algum tempo conosco. Mas acreditamos que vai diminuir lentamente.”

O presidente do Fed, Jerome Powell, e seus colegas esperam que a inflação elevada diminua no próximo ano. A equipe do Fed em Washington prevê que a inflação estará de volta a 2% em 2022, de acordo com a ata da reunião do Fomc do mês passado, divulgada em 13 de outubro.

Isso não quer dizer que Thiel esteja dizendo aos clientes para comprarem títulos do Tesouro dos EUA. Muito pelo contrário. Ele espera que as vendas continuem, embora em um ritmo mais moderado, e recomenda uma exposição abaixo consenso ao risco de taxa de juros.

Ainda há espaço para a economia dos EUA se expandir e os rendimentos nos níveis atuais não refletem isso, disse ele.

“Veremos os rendimentos subindo com o tempo, em parte porque acreditamos que eles estão no nível errado, dado o nível de atividade econômica que vimos”, disse Thiel.

“Portanto, continuará havendo um ajuste mais alto nas taxas de juros, embora não seja tão violento quanto o que vimos nas últimas duas semanas.”

Most Read from Bloomberg Businessweek

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos