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Mercado de entretenimento brasileiro cresce abaixo da média pela primeira vez

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após sofrer uma queda de 3,8% em 2020, o mercado mundial de entretenimento e mídia deve começar sua recuperação ainda neste ano. No Brasil, o setor deve crescer 4,7% até 2025, chegando a US$ 38 bilhões, devido a mudanças no hábito de consumo durante a pandemia, de acordo com um estudo da PwC Brasil divulgado nesta quinta.

A pesquisa analisou 14 segmentos do setor, em 53 países, incluindo consumo de dados, publicidade digital e televisiva, vídeos online sob demanda, cinema, internet e games.

Após mais de seis meses fechadas, salas de cinema voltaram a funcionar para o público Adriano Vizoni/Folhapress homem higieniza cadeiras **** Em 2020, pela primeira vez, o Brasil cresceu menos do que o mercado global, e a previsão é de que só supere a média mundial novamente apenas a partir de 2023.

A Covid-19, porém, fez os brasileiros aumentarem o consumo de entretenimento doméstico. Vídeos online sob demanda e games, por exemplo, foram os maiores beneficiados e, ainda segundo a pesquisa, continuarão crescendo.

"O setor de mídia e entretenimento passa por desafios e incertezas no mundo desde o início da pandemia", afirmou Ricardo Queiroz, sócio da PwC Brasil, em nota. "Por outro lado, também acelerou processos que já estavam em andamento, como digitalização e consumo de conteúdo online, e que vão colaborar para que essa recuperação seja rápida."

Retomando o ritmo pré-pandêmico, os gastos com internet no Brasil devem crescer --até 2025-- 4,4%, o consumo 4,3%, e publicidade 6%, apontam os dados.

Uma tendência destacada pela pesquisa é o aumento do hábito de leitura digital entre os brasileiros durante 2020, o que deve se estender pelos próximos anos, em que revistas online devem crescer de 8% para 13%, livros de 10% para 11%, e jornais de 7% para 11%.

Além disso, o consumo de música nas plataformas digitais cresceu muito na pandemia. Em 2025, o streaming deve representar 72% dos gastos no setor, no Brasil. Já a TV e vídeos por assinatura devem cair 1% e 3%, respectivamente.

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