Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.061,99
    -871,79 (-0,72%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.528,97
    +456,35 (+0,95%)
     
  • PETROLEO CRU

    62,61
    +0,17 (+0,27%)
     
  • OURO

    1.784,30
    +5,90 (+0,33%)
     
  • BTC-USD

    55.325,27
    +409,04 (+0,74%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.270,59
    +36,18 (+2,93%)
     
  • S&P500

    4.134,94
    -28,32 (-0,68%)
     
  • DOW JONES

    33.821,30
    -256,33 (-0,75%)
     
  • FTSE

    6.859,87
    -140,21 (-2,00%)
     
  • HANG SENG

    28.637,88
    -497,85 (-1,71%)
     
  • NIKKEI

    28.506,48
    -593,90 (-2,04%)
     
  • NASDAQ

    13.740,75
    -53,50 (-0,39%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6888
    -0,0137 (-0,20%)
     

Mercado de energia reduz inadimplência e movimenta R$3 bi, diz CCEE

·1 minuto de leitura
Instalação de painel solar em residência

SÃO PAULO (Reuters) - A liquidação financeira do mercado de curto prazo de energia, que promove pagamentos e recebimentos entre empresas do setor, teve 9,46 bilhões de reais em transações contabilizadas em janeiro e arrecadou 3 bilhões em cobranças, disse a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Dos valores em aberto na operação, que fazem com que empresas credoras na liquidação fiquem sem receber, 6,44 bilhões de reais devem-se a uma disputa judicial na qual diversos agentes conseguiram liminares para evitar débitos relacionados ao chamado risco hidrológico, explicou a CCEE em nota nesta quarta-feira.

O volume não pago já é menor que em liquidações anteriores, uma vez que algumas empresas decidiram quitar valores dos quais estavam isentas após um acordo recente com o governo sobre o risco hídrico, também conhecido no setor pela sigla "GSF".

"Caso o movimento não houvesse ocorrido, o valor relacionado às liminares do GSF somaria 7,1 bilhões de reais no mês", disse a CCEE em nota.

Entre as empresas que quitaram débitos pelo risco hidrológico estão a estatal Eletrobras e subsidiárias da CPFL, controlada pela chinesa State Grid, acrescentou a CCEE.

(Por Luciano Costa)