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Mercado de produtos eróticos movimenta R$ 2 bilhões no Brasil

·1 min de leitura
Cresce o número de consumidores do mercado de produtos eróticos (Getty Image)
Cresce o número de consumidores do mercado de produtos eróticos (Getty Image)
  • Setor movimenta bilhões de dólares todos os anos

  • Durante o isolamento social, aumentou o número de aquisições pela internet

  • EUA representa a maior fatia de vendas no mercado mundial

Nem todos os setores perderam o tesão durante a pandemia. Enquanto o isolamento social impossibilitou a realização de encontros amorosos, o mercado de produtos eróticos lucrou com a solidão dos solteiros (e com o tédio dos casados).

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Apenas em 2020, o setor de produtos de voltados para o prazer sexual movimentou US$ 78 bilhões, de acordo com dados da Allied Market Research. A projeção é que a área cresça 5% ao ano até 2027. No Brasil, o valor estimado de vendas foi de R$ 2 bilhões, segunda levantamento da Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual).

Somente no mercado virtual brasileiro, a Dona Coelha, sex shop voltada para o público feminino que opera online desde 2011, registrou um aumento de vendas de 475% em 2021 comparando com o mesmo período do ano anterior.

Um terço das aquisições de produtos sexuais em 2020 foram realizadas pela internet. No ano anterior, a taxa girava em torno de 25%. Metade das compras mundiais foram realizadas por norte-americanos. Nos EUA, 43% dos casais utilizaram brinquedos eróticos durante o confinamento.

Homens heterossexuais foram os principais consumidores, representando 45% das compras. Mulheres heterossexuais são 40% do público e pessoas LGBT+ foram 15% dos compradores.