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Quanto você mente nos idiomas do seu currículo?

Homem entrega seu currículo em uma feira de empregos em Washington, Estados Unidos. REUTERS/Toya Sarno Jordan
Homem entrega seu currículo em uma feira de empregos em Washington, Estados Unidos. REUTERS/Toya Sarno Jordan

Desde que muitas redes sociais, como o Facebook, criaram um campo que permite indicar quais idiomas dominamos, muitos amigos que nunca disseram uma só palavra em inglês se tornaram especialistas em outras línguas que nem sequer sabíamos que existiam.

Este “mau costume” de mostrar que sabemos falar certos idiomas pelo simples fato de que fizemos uma matéria dele na faculdade, mas nunca mais praticamos, também se aplica aos currículos.

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O LinkedIn, por ser uma rede social profissional, é um lugar onde podemos ver exemplos de como muitas pessoas exageram em suas habilidades e garantem dominar certos idiomas. No entanto, até que ponto estas afirmações podem ser contraproducentes na hora de procurar um emprego?

Um estudo recente realizado entre Espanha, México, Brasil, França, Alemanha e Estados Unidos revelou que os espanhóis e os mexicanos são os que mais mentem em seus currículos, com 24% e 21%, respectivamente.

Há aqueles que floreiam alguma habilidade, exageram algum cargo ou responsabilidade de um emprego anterior, e até os que chegam a inventar um diploma universitário. Aqui cabe mencionar o espetáculo vergonhoso dos últimos meses, em que vários políticos espanhóis, com o objetivo de enriquecer seus currículos, mentiram sobre seus diplomas de ensino superior.

As mentiras mais comuns

Uma pesquisa realizada pela Hloom, empresa que se dedica à criação de cartas de apresentação profissionais e cartões de visita, concluiu que a segunda mentira mais comum que os candidatos incluem em seus currículos é o domínio de um idioma estrangeiro. A principal mentira é a universidade em que se formaram.

Há uma razão pela qual mentir sobre o conhecimento de idiomas é tão fácil: o aspecto subjetivo desta habilidade, ou seja, as pessoas tendem a mentir mais em relação a fatores que não podem ser delimitados claramente, como é o caso das línguas estrangeiras.

Também há outro motivo: querer impressionar. Mentir nas redes sociais costuma ser algo muito trivial, mas a situação muda quando se trata do seu currículo. Neste caso, você está brincando com a impressão que outras pessoas terão a seu respeito, e a mentira, definitivamente, não vai somar pontos a seu favor na hora de ser considerado para preencher uma vaga.

As consequências

As mentiras contadas no currículo podem ser consideradas inocentes, sem maiores consequências, no início, mas os problemas surgem quando você avança profissionalmente e, em algum momento, sua capacidade de falar outros idiomas o coloca sob os holofotes. Assim, sua decisão de mentir acaba se voltando contra você, como um bumerangue.

Isso não quer dizer que, por medo de que alguém coloque sua habilidade à prova, você não deva incluí-la no seu currículo. A melhor estratégia na hora de expor seu nível de conhecimento em outro idioma é ser muito preciso e sincero sobre ele.

Por outro lado, se você não sabe ao certo se tem um nível mínimo, o melhor é não incluir o idioma em questão. Sabemos que o objetivo é encontrar um bom emprego, mas mentir não é o melhor caminho.

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