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Menos reuniões traz menos gastos e mais produtividade, diz levantamento

  • A Harvard Business Review calculou quanto as reuniões podem custar

  • Estudos apontam que a diminuição de encontros pode melhorar a produtividade

  • Alguns profissionais gastam mas tempo nesses espaços do que produzindo

Sabe aquela reunião que claramente poderia ser um e-mail? Ela pode estar custando tempo, energia e produtividade de toda a equipe. No final, a conta pode sair cara para as empresas que utilizam exageradamente o recurso do diálogo.

Um um artigo da Harvard Business Review mostrou que os trabalhadores dos Estados Unidos apontam esses encontros excessivos como os dos principais fatores que atrapalham a produtividade da equipe. A indignação não é infundada. Alguns profissionais gastam 85% do tempo de trabalho em reuniões, segundo uma pesquisa do MIT Sloan.

Uma calculadora criada pela Harvard Business Review utiliza informações como tempo de duração, números de participantes e dividindo pelos salários para simular o quanto custaria uma reunião.

Em um encontro semanal de uma hora com quatro pessoas que recebem R$ 8,5 mil e uma com salário de R$ 13 mil custaria cerca de R$ 16 mil por ano à companhia.

Uma sondagem feira pela consultoria Bain & Company aponta que uma única reunião presencial semanal de gerentes de nível médio em uma grande empresa custava à organização mais de US$ 15 milhões (R$ 78,21 milhões) por ano, se levar em consideração tempo de deslocamento, custos pessoais e energia mental.

Para driblar a situação, um movimento chamado “no meeting day” começou nos Estados Unidos e impõe que um dia na semana não é permitido fazer reunião na empresa. Dessa forma, os colaboradores podem focar nas tarefas e projetos sem serem interrompidos por mais um bate-papo que poderia ser resumido em uma simples mensagem.

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