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Menos de 50% dos jogadores brasileiros sabem o que é NFT, diz pesquisa

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Pelo menos 74,5% da população brasileira é gamer, segundo a nova edição da Pesquisa Game Brasil (PGB), o maior estudo anual do país. Isso significa que três em cada quatro brasileiros jogam videogames, seja no celular, no computador ou no console. Este é o maior número já registrado desde o início da pesquisa, em 2013, e representa um aumento de 2,5 pontos percentuais em comparação ao ano passado.

O mercado de eSports (esportes eletrônicos) também está ficando mais conhecido: 81,2% dos gamers brasileiros afirmaram conhecer o cenário competitivo. Isso representa um aumento estrondoso de 32,8 pontos percentuais em comparação ao ano passado. Destes, 63,2% acompanham ou assistem a competições.

Edição deste ano traz dados sobre o metaverso: apesar da maioria dos jogadores conhecê-lo e gostar da ideia, faltam equipamentos de realidade virtual (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)
Edição deste ano traz dados sobre o metaverso: apesar da maioria dos jogadores conhecê-lo e gostar da ideia, faltam equipamentos de realidade virtual (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)

Por outro lado, os NFTs (sigla em inglês para tokens não-fungíveis) ainda seguem desconhecidos pela maioria dos jogadores: 50,8% afirmaram não saber o que são. Por outro lado, 32,1% de quem entende do assunto possuem NFTs. Já o metaverso é conhecido por 63,8% da comunidade, mas 70,9% não tem nenhum equipamento de realidade virtual para acessá-lo.

Esses são apenas alguns destaques da pesquisa, que chega à sua 9ª edição nesta segunda-feira (18). A PGB é desenvolvida pelas empresas Sioux Group e pela Go Gamers, em parceria com a Blend New Research e a ASPM. Foram entrevistadas 13.051 pessoas, em todos os Estados do Brasil e no Distrito Federal, entre os dias 11 de fevereiro e 7 de março de 2022.

Maioria dos gamers são mulheres e negros

Tabela completa mostra o perfil geral do gamer brasileiro (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)
Tabela completa mostra o perfil geral do gamer brasileiro (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)

Mais uma vez, a PGB mostra que as mulheres são a maioria entre o público consumidor de jogos eletrônicos no Brasil: neste ano, elas são 51% dos gamers. “Essa predominância se relaciona aos smartphones, plataforma com mais adeptos de jogos no Brasil e com volume ainda maior do público feminino (60,4%), mas também com as características gerais da população do Brasil”, aponta Guilherme Camargo, sócio do Sioux Group e professor na pós-graduação da ESPM.

Outro dado importante é que a maioria do público gamer se identifica como parda ou preta (49,4%, na soma). O hábito de jogar é mais comum entre jovens de 16 a 24 anos, mas também está presente na vida de pessoas mais maduras. Em relação às classes sociais, a maioria está na classe média. Carlos Silva, sócio da GoGamers, explica o seguinte:

"Computadores e consoles para jogar apresentam custos elevados para os padrões da maioria dos brasileiros. No entanto, os smartphones democratizam este hábito, uma vez que existem em maior quantidade do que a própria população do Brasil. Outro aspecto é que o brasileiro sempre encontra uma forma de driblar os altos preços, seja estendendo a vida útil das gerações antigas de consoles ou se dedicando a poucos jogos.”

A pesquisa também perguntou se os entrevistados tinham algum tipo de deficiência que limitasse o consumo de jogos. 78,7% afirmou que não. Já entre os que possuem alguma deficiência, 10,9% disseram que isso não limita o consumo de games, e outros 10,4% afirmaram que sim. Além disso, um a cada três jogadores utilizam recursos de acessibilidade para jogar (29,5%).

Confira, a seguir, um resumo geral do perfil do gamer brasileiro:

  • Mulheres são a maioria dos gamers do Brasil: 51%, contra 49% de homens. A maioria delas jogam no smartphone;

  • A população negra é a que mais joga, com 49,4% na soma entre pardos e pretos. Em seguida, está a população branca, com 46,6%;

  • Os jovens de 20 a 24 anos também são os que mais jogam (25,5%); em seguida, estão os de 16 a 19 anos (17,7%);

  • Jovens entre 16 e 24 anos consomem videogames, principalmente, por celulares e computadores. O público acima dos 30 anos joga mais nos consoles;

  • 39,9% dos gamers moram com os pais, um aumento de 4,7 pontos percentuais em relação ao ano passado. 31,3% é pai ou mãe e mora com os filhos.

Smartphone é a plataforma preferida dos gamers brasileiros

Smartphones são a plataforma preferida dos jogadores, e um dos motivos disso é a oferta de jogos gratuitos. Porém, esses dispositivos não são usados em jogatinas longas (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)
Smartphones são a plataforma preferida dos jogadores, e um dos motivos disso é a oferta de jogos gratuitos. Porém, esses dispositivos não são usados em jogatinas longas (Foto: Divulgação/Pesquisa Game Brasil)

Os celulares já eram a plataforma preferida para jogar no Brasil, e esse dado continua valendo em 2022. Segundo a PGB, 48,3% dos brasileiros jogam no smartphone, um aumento de 6,7 pontos percentuais em relação ao ano passado. Computadores aparecem em segundo lugar, com 23,3% (soma entre desktops e notebooks); os consoles, em terceiro, com 20%.

Não à toa, o smartphone é a plataforma em que os brasileiros mais jogam todos os dias: 33,2%, segundo o levantamento; em seguida, vem os computadores (15,3%) e os consoles (11,8%). Por outro lado, jogatinas mais longas, de uma a três horas seguidas, são feitas mais em computadores (37,9%) e consoles (34,8%).

Pandemia de covid-19 fez com que mais pessoas jogassem (e comprassem) games

Pelo menos 72,2% dos gamers brasileiros afirmam terem jogado mais durante o isolamento social provocado pela pandemia de covid-19, e 57,9% marcaram mais sessões de partidas online com amigos quando ficavam em casa. Na visão de Mauro Berimbau, da Go Gamers e professor da ESPM, "isto reforça a ideia de que o período de isolamento social fortaleceu a relação dos brasileiros com jogos eletrônicos, especialmente através do consumo de conteúdo midiático de games em vídeos, streams e redes sociais".

Comprar jogos também foi um comportamento que se manteve entre o público, com a maioria (36%) afirmando ter adquirido até três títulos no último ano. Já quem não comprou jogos disse que o principal motivo foi os valores elevados (40,2% das respostas).

Para mais informações sobre a pesquisa, acesse o site oficial aqui.

Fonte: Canaltech

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