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Menina agredida por mãe e madrasta em Porto Real segue internada em estado muito grave

Extra
·2 minuto de leitura

Permanece internada, em estado muito grave, a menina de 6 anos agredida na casa em que morava, em Porto Real, no Sul Fluminense. A mãe e a madrasta dela foram autuadas em flagrante por tortura e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. De acordo com a 100ª DP (Porto Real), as duas confessaram o crime. A sessão de espancamento, iniciada após a criança tomar um copo de leite sem autorização, começou na sexta-feira, dia 16 de abril, e só terminou na noite de domingo, dia 18.

"A criança vinha sendo privada de alimentação há meses e, por conta das agressões sofridas, encontra-se internada em estado grave, apresentando hemorragia intracraniana inoperável e sério risco de vir a óbito ou permanecer em estado vegetativo", diz um trecho da decisão juiz Marco Aurélio da Silva Adania, ao decretar a prisão das suspeitas.

Segundo o magistrado, a menina só foi socorrida, na manhã de segunda-feira, quando já não apresentava mais reações "talvez por temerem seu falecimento", destaca ele. Ela foilevada para o Hospital municipal São Francisco de Assis, em Porto Real. Mas, por causa da gravidade das lesões, teve que ser transferida para uma unidade particular de saúde em Resende, município vizinho.

Em entrevista ao EXTRA, a avó da menina — mãe da madrasta e que diz também já ter sofrido agressões por parte da filha — contou que as agressões começaram às 23h da última sexta-feira e repetiram-se até o fim da noite de domingo. Só na manhã seguinte, quando encontrou a menina “muito molinha”, sem se mexer, a mulher, de 50 anos, superou o medo da própria filha e buscou ajuda.

— Pensei que ela tivesse morrido, fiquei assustada. Ela estava com o olho meio aberto, parada, não respondia nada. Aí, insisti para chamar o socorro, mas minha filha disse que me mataria se eu falasse a verdade sobre o que aconteceu — conta a mulher, que diz sofrer com a violência física constante por parte da agressora: — Eu só quero que ela fique presa e pague pelo que fez.