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Membros do grupo cibercriminoso REvil são presos na Rússia

·2 min de leitura

Autoridades russas anunciaram nesta sexta-feira (14) a prisão de 14 acusados de fazerem parte da gangue cibercriminosa REvil. A operação aconteceu em cooperação com os Estados Unidos e, de acordo com o governo, teria encerrado a operação da quadrilha, responsável por alguns dos principais ataques de ransomware dos últimos anos.

De acordo com o FSB (Serviço Federal de Segurança, na sigla em inglês), órgão russo similar à nossa Polícia Federal, foram realizadas batidas em quatro cidades, incluindo a capital, Moscou, com a captura de alguns dos principais operadores e também do líder do bando. Foi a partir da identidade dele, após denúncia feita pelas autoridades americanas, que os russos conseguiram chegar aos locais e realizar as prisões.

O comunicado das autoridades afirma veementemente que as operações do REvil chegaram ao fim, já que na operação, foi apreendida a infraestrutura digital que permitia suas atividades. O grupo atuava no ramo do ransomware como serviço, vendendo suas ferramentas de intrusão e a mão-de-obra para realização dos ataques, em troca de uma fatia dos lucros resultantes de invasões bem-sucedidas.

Foi a partir de investigações feitas em companhias atingidas que os governos dos EUA e da Rússia teriam conseguido chegar ao líder do bando e também a seus principais membros. Imagens da operação mostram alguns dos acusados tentando fugir ao se depararem com os policiais, tendo de ser dominados à força.

De acordo com as informações, além dos 14 presos, os trabalhos envolveram a apreensão de mais de US$ 6 milhões em diferentes moedas, entre rublos, dólares e euros, além de US$ 87 mil em cripto. Ainda, foram obtidos computadores, smartphones e outros dispositivos eletrônicos, além de 20 carros de luxo que teriam sido comprados com dinheiro pago por vítimas dos ataques.

De acordo com o comunicado da FSB, todos os integrantes do grupo cibercriminoso foram identificados e tiveram suas atividades ilegais, principalmente aquelas envolvendo lavagem de dinheiro, documentadas, o que levou às operações realizadas nesta sexta. Ao todo, foram 25 endereços investigados pela polícia, em cidades como Leningrado e São Petesburgo, além da já citada Moscou.

As prisões representam mais um golpe duro sobre a quadrilha, que no início do segundo semestre de 2021, já havia sido alvo de operações pelas autoridades dos EUA. O bando chegou a suspender suas operações temporariamente, com especialistas em segurança apontando que eles poderiam estar retornando com outro nome, antes de assumirem novamente a identidade original e retomarem os ataques.

Fonte: Canaltech

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