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Membro da delegação do Brasil na ONU testa positivo para Covid

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Um integrante da deleção do presidente Jair Bolsonaro nas Nações Unidas foi colocado em isolamento após testar positivo para Covid-19 em Nova York, aumentando as preocupações de que a assembleia geral desta semana possa desencadear um aumento nos casos na cidade-sede.

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O diplomata, integrante da missão que antecedeu a chegada de Bolsonaro, havia testado negativo antes de deixar o Brasil, segundo uma pessoa a par da situação no Itamaraty. A pessoa, que pediu anonimato e não está autorizada a discutir o assunto em público, disse que o diplomata não teve contato com o presidente.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil agora está rastreando dezenas de pessoas com quem a pessoa manteve contato em Nova York, segundo a mídia local, citando fontes diplomáticas não identificadas. O próprio Bolsonaro se recusou a receber a vacina contra a Covid, dizendo que ainda tem anticorpos da infecção do ano passado.

Bolsonaro é o único líder das principais economias do G20 que participa da assembleia da ONU e não foi vacinado. O Planalto e o Ministério das Relações Exteriores não responderam aos pedidos de comentários.

A possibilidade de que diplomatas estrangeiros em visita a Nova York nesta semana cheguem infectados tornou-se uma fonte de atrito entre as autoridades de Nova York e a ONU.

Penny Abeywardena, comissária de Assuntos Internacionais da cidade, escreveu uma carta ao presidente da Assembleia Geral observando que, de acordo com as regras de Nova York, a prova de vacinação deve ser exigida para entrar na sede da ONU.

Mas o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse à Bloomberg em entrevista que será usado um sistema de honra, pelo qual diplomatas que entrarem no prédio estarão atestando terem sido vacinados.

O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, expressou sua preocupação durante uma entrevista coletiva na segunda-feira.

“Precisamos enviar uma mensagem a todos os líderes mundiais, incluindo mais notadamente Bolsonaro do Brasil, que se você pretende vir para cá, precisa ser vacinado”, disse ele aos jornalistas. “Se você não quer ser vacinado, não se preocupe em vir, porque todos devem estar seguros juntos.”

Bolsonaro, que deve ser o primeiro chefe de estado a se dirigir à assembleia na terça-feira, contornou os regulamentos de Nova York que exigem prova de vacinação para entrar em espaços fechados. Na noite de domingo, ele foi fotografado com sua comitiva comendo uma fatia de pizza na calçada de um restaurante em Manhattan.

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