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Membro do BCE vê sinais de inflação mais alta do que o previsto

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O cenário de inflação na zona do euro pode indicar preços mais altos do que o antecipado se o coronavírus não causar mais choques, segundo Martins Kazaks, membro do Conselho do Banco Central Europeu.

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A estabilização da recuperação econômica da região, gargalos de oferta persistentes e expectativas em alta apontam para possíveis ganhos de preços mais rápidos do que o previsto, disse Kazaks em entrevista na quinta-feira. Na semana passada, o BCE revisou para cima as projeções de inflação até 2023, citando perspectivas melhores como uma das razões para reduzir as compras de títulos na pandemia.

“Se a Covid não surpreender do lado negativo, há potencial de alta para o cenário de inflação no médio prazo”, disse Kazaks, também presidente do banco central da Letônia. Ele alertou que está “falando de decimais” e ainda não vê inflação igual ou acima da meta de 2% do BCE no médio prazo.

Os preços na região do euro agora sobem no ritmo mais rápido em uma década, com a inflação em 3%. Autoridades consideram esse aumento transitório e projetam inflação média de 2,2% este ano e desaceleração para 1,5% em 2023.

“Talvez haja algum potencial de alta para que esses números sejam revisados nas próximas rodadas de previsões”, disse Kazaks. “Concordo com o cenário atual, mas diria que o balanço de riscos para a inflação está de certa forma para cima.”

Depois da entrevista de Kazaks na quinta-feira, o BCE negou informações publicadas pelo Financial Times de que o economista-chefe da instituição, Philip Lane, teria dito a analistas que autoridades esperam atingir a meta de inflação até 2025.

Pressão salarial

“Ouvimos alguns relatos de que pode haver algumas pressões salariais no futuro, mas não vimos isso ainda nos dados”, disse Kazaks. “Não há razão para esperar que a inflação permaneça muito alta. Se em algum momento a inflação for significativamente mais alta do que nossa estratégia e mandato de política monetária, então é claro que saberemos como reagir.”

Por enquanto, a presidente do BCE, Christine Lagarde, insiste que a decisão do Conselho de desacelerar “moderadamente” o estímulo na reunião de 9 de setembro não é uma redução, uma ênfase que diferencia a instituição de Frankfurt das posturas do Federal Reserve e do Banco da Inglaterra, que estão mais perto de diminuir a ajuda.

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