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Membro do BC do México promete ação se inflação não desacelerar

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O banco central do México pode considerar aumentar as taxas de juros novamente se a inflação não desacelerar para perto de 5% durante a maior parte do segundo semestre, disse Jonathan Heath, membro do conselho da instituição. O nível da inflação dá pistas sobre quando o mercado poderia esperar mais aperto monetário.

O Banxico, como o banco central mexicano é conhecido, buscaria manter os juros em 4,25% até que o Federal Reserve comece a aumentar a própria taxa, mas isso dependerá da inflação, disse Heath durante podcast com economistas do Banorte divulgado na quarta-feira.

As autoridades monetárias do México surpreenderam todos os 23 economistas consultados pela Bloomberg ao elevar a taxa básica em 0,25 ponto percentual na semana passada pela primeira vez desde 2018, e alertaram contra as expectativas de aumento dos preços ao consumidor e efeitos secundários. A decisão, que não foi unânime entre os cinco membros do conselho, veio horas depois dos dados da inflação, que ultrapassou 6% no início de junho quando a expectativa de analistas era de desaceleração.

“Se a inflação não cair nem sequer segundo nossa expectativa de queda, para mais perto de 5% durante a maior parte do resto deste ano, teremos que agir”, disse Heath. “Acontece que essa bolha temporária talvez não seja tão temporária. Talvez tenhamos um problema um pouco mais estrutural no qual precisamos nos concentrar.”

O banco central, disse Heath, esperou três anos para que a inflação convergisse para a meta de 3%, com intervalo de 1 ponto percentual para cima ou para baixo. Tendo em vista que há novos problemas de formação de preços não vistos no ano passado, seria necessário reavaliar quanto tempo a instituição poderia esperar por essa convergência, disse. Heath, cuja postura foi vista como “dovish” ao votar em decisões por uma política monetária mais frouxa, parece ter adotado um tom mais “hawkish”, ou inclinado ao aperto, em seus comentários mais recentes.

A postura de Heath também apresenta forte contraste com os comentários feitos pelo vice-presidente do Banxico, Gerardo Esquivel, em entrevista na última sexta-feira à Bloomberg News, destacando o aumento das divisões dentro do banco.

Heath disse que o alto nível de inflação atual era esperado com a retomada da economia do México, que poderia recuperar totalmente as perdas relacionadas à pandemia até o fim de 2022. Mas choques do lado da oferta, juntamente com os maiores preços dos serviços devido à demanda reprimida, mantiveram a inflação elevada.

Com a perspectiva atual, a redução dos juros está virtualmente fora de questão, acrescentou.

“O melhor cenário seria fazer uma pausa relativamente longa, o máximo que pudermos, e esperar que o Fed aumente os juros”, disse Heath. “Será que conseguiremos manter a taxa por mais tempo? Essa é a grande questão.”

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©2021 Bloomberg L.P.

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