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Melhora da economia dos EUA complica plano de estímulo de Biden

Richard Miller
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- A economia dos EUA mostra alguns sinais esparsos de recuperação após a desaceleração no fim do ano passado, o que complica os esforços do presidente dos EUA, Joe Biden, para aprovar o pacote de estímulo de US$ 1,9 trilhão no Congresso.

Novos pedidos de seguro-desemprego caem há duas semanas seguidas, enquanto dados do mercado de trabalho de janeiro devem mostrar recuperação em relação ao desempenho negativo de dezembro. O relatório sai na sexta-feira. O crescimento em empresas do setor de serviços se acelerou no mês passado, para o maior nível em quase dois anos, e construtoras disseram que a demanda continua forte.

Dados selecionados de alta frequência, como leituras semanais da confiança do consumidor e reservas em restaurantes, também apontam para certa recuperação, à medida que os casos de coronavírus diminuem e as restrições às empresas são amenizadas.

A melhora inicial ocorre quando o gigantesco pacote de Biden enfrenta oposição de alguns parlamentares, que questionam se tanto apoio é necessário além dos mais de US$ 3 trilhões que o governo federal já forneceu ou prometeu.

Relatório de emprego

A próxima atualização importante sobre a economia ocorre na sexta-feira, com a divulgação dos números mensais de emprego do Departamento de Trabalho para janeiro. Estimativas de economistas para os dados de empregos no setor privado não agrícola variam muito - de queda de 250 mil até a criação de 400 mil postos de trabalho.

A previsão mediana da pesquisa da Bloomberg aponta para um ganho de 70 mil após o corte 140 mil vagas em dezembro. Em novembro, foram criados 336 mil postos de trabalho.

Na quarta-feira, dados da ADP Research Institute mostraram que empresas nos EUA criaram mais empregos do que o previsto em janeiro.

Lou Crandall, economista-chefe da Wrightson ICAP, disse que os dados podem ser distorcidos por fatores sazonais que levam em conta o típico período de demissões em janeiro de trabalhadores do varejo contratados para a temporada de Natal, tendência que não ocorreu no mesmo ritmo por causa da pandemia.

“Na medida em que a criação de empregos pareça mais forte, isso pode tirar um pouco da urgência” para a aprovação de um plano de estímulo amplo em oposição a um mais direcionado, disse Michelle Meyer, chefe de economia dos EUA no Bank of America.

Ela advertiu, porém, que o caminho de curto prazo da economia será determinado pela capacidade do país em manter o vírus sob controle, especialmente agora que novas variantes mais contagiosas surgiram nos EUA.

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