Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.909,61
    +2.127,46 (+1,96%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.174,06
    -907,27 (-1,78%)
     
  • PETROLEO CRU

    78,73
    +0,53 (+0,68%)
     
  • OURO

    1.762,80
    -0,90 (-0,05%)
     
  • BTC-USD

    16.466,93
    +238,28 (+1,47%)
     
  • CMC Crypto 200

    389,69
    +0,96 (+0,25%)
     
  • S&P500

    3.957,63
    -6,31 (-0,16%)
     
  • DOW JONES

    33.852,53
    +3,07 (+0,01%)
     
  • FTSE

    7.512,00
    +37,98 (+0,51%)
     
  • HANG SENG

    18.204,68
    +906,74 (+5,24%)
     
  • NIKKEI

    28.027,84
    -134,99 (-0,48%)
     
  • NASDAQ

    11.514,00
    -10,75 (-0,09%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,4536
    -0,0956 (-1,72%)
     

Mel pode reduzir o colesterol ruim e proteger o coração

O mel natural pode ter o açúcar como um de seus principais componentes, mas ele definitivamente não gera os problemas causados pelo açúcar refinado — aquele que usamos no dia a dia, mais branquinho. Na verdade, cientistas canadenses descobriram que o alimento das abelhas protege o coração, reduzundo o nível de colesterol ruim do sangue (LDL).

No entanto, os benefícios do mel para a saúde do coração valem apenas para quando ele que está cru, ou seja, não pasteurizado (aquecido). Além disso, deve ter sido produzido a partir de uma fonte floral, como o feito a partir das flores de acácia.

Estudo sobre os benefícios do mel

Publicado na revista científica Nutrition Reviews, a revisão sistemática e metanálise — pesquisa que compara resultados de outros estudos sobre o tema — sobre os efeitos do mel no coração e na redução do colesterol ruim do sangue foram lideradas por pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá.

No total, foram considerados 18 estudos clínicos controlados sobre os benefícios do consumo do mel, envolvendo mais de 1,1 participantes. A média diária de ingestão do alimento era de 40 gramas, equivalendo a duas colheres de sopa.

Por que o mel é bom para o coração?

Consumo diário de mel pode reduzir o colesterol ruim do sangue, melhorando a saúde do coração (Imagem: Ruwanof/Envato Elements)
Consumo diário de mel pode reduzir o colesterol ruim do sangue, melhorando a saúde do coração (Imagem: Ruwanof/Envato Elements)

No estudo canadense, os pesquisadores concluíram que o cossumo de mel pode desencadear os seguintes benefícios cardiometabólicos no organismo do paciente:

  • Redução da glicemia (açúcar no sangue) em jejum;

  • Queda na concentração do LDL;

  • Aumento na concentração do colesterol bom (HDL);

  • Redução dos triglicerídeos;

  • Melhora em alguns marcadores de inflamação.

Faz sentido os benefícios do mel sendo algo doce?

Pensar que o mel faz tão bem à saúde pode parecer estranho, mas não deveria ser. “Esses resultados são surpreendentes, porque o mel contém cerca de 80% de açúcar”, explica o pesquisador Tauseef Khan, um dos autores do estudo, em comunicado.

No entanto, "o mel também é feito a partir de uma composição complexa de açúcares comuns e raros, proteínas, ácidos orgânicos e outros compostos bioativos que, muito provavelmente, proporcionam estes benefícios à saúde”, acrescenta Khan.

Para entender melhor quais são as fontes dos benefícios do mel e como podem ser impactadas, os autores sugerem que "mais estudos com foco na fonte floral e no processamento do mel são necessários para aumentar a certeza das evidências".

Hora de substituir adoçantes por mel

Açúcar refinado pode ser substituído por mel, recomendam cientistas (Imagem: Twenty20photos/Envato)
Açúcar refinado pode ser substituído por mel, recomendam cientistas (Imagem: Twenty20photos/Envato)

Mesmo que os resultados do estudo sejam bons, Khan pontua: “Não estamos dizendo que você deve começar a comer mel se atualmente evita o açúcar”. Especialmente, se esta é uma recomendação médica. Neste caso, o indicado é sempre conversar com o médico responsável por seu caso.

Aqui, “o ponto principal é a substituição — se você estiver usando açúcar refinado, xarope ou outro adoçante, trocar esses açúcares por mel pode diminuir os riscos cardiometabólicos”, completa Khan.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: