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MedTech | As 5 inovações cientificas mais interessantes do mês [12/22]

O ano de 2022 se encerra com a chegada de muitas novidades voltadas à área da saúde. Tivemos desde a invenção de um pó magnético pode remover microplásticos da água até um adesivo capaz de monitorar hemoglobina em tecidos profundos. Dito isso, confira as inovações cientificas mais interessantes de dezembro!

Pó magnético pode remover microplásticos da água

Cientistas desenvolvem pó que pode descontaminar a água (Imagem: Jimmy Chang/Unsplash)
Cientistas desenvolvem pó que pode descontaminar a água (Imagem: Jimmy Chang/Unsplash)

O mês de dezembro começou com a invenção de um pó magnético que consegue grudar nas partículas minúsculas de plástico, formando pequenos bolos, que podem ser removidos com a ajuda de ímãs. A ideia dos pesquisadores australianos é que essa solução seja usada, a princípio, em estações de tratamento de esgoto.

O novo recurso pode conter um desafio que tem sido enfrentado pela comunidade científica, já que os microplásticos não podem ser filtrados pelos métodos tradicionais. Conforme alertam os especialistas, microplásticos menores que 5 milímetros, que podem levar até 450 anos para se degradar, e resultam em milhões de toneladas lançadas no mar todos os anos.

Sensor detecta se a carne está podre e evita intoxicação

Sensor pode salvar pessoas de intoxicação alimentar (Imagem: tycoon101/envato)
Sensor pode salvar pessoas de intoxicação alimentar (Imagem: tycoon101/envato)

No início do mês, cientistas também anunciaram a criação de um biossensor à base de papel sintético, concentrado em apontar a presença da putrescina, molécula orgânica responsável pelo cheiro que acompanha a carne podre. No organismo, o consumo de putrescina pode levar a sintomas como diarreia e náusea.

Na prática, a equipe coleta amostras de carne e adicionada ao papel desse pequeno dispositivo. Se a carne for considerada imprópria para consumo, a invenção aponta isso.

Adesivo biodegradável para o pulmão

Adesivo biodegradável serve de remendo para regenerar perfurações no pulmão (Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)
Adesivo biodegradável serve de remendo para regenerar perfurações no pulmão (Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)

Uma equipe de cientistas desenvolveu um adesivo biodegradável capaz de regenerar o pulmão. A invenção pode cobrir perfurações e fornecer moléculas responsáveis por ajudar a curar feridas, e ainda pode esticar até quatro vezes o próprio comprimento sem se romper, além de aderir instantaneamente aos órgãos sem precisar de cola.

O produto ainda conta com nanopartículas de curcumina, que é o pigmento amarelo da cúrcuma, conhecido por suas propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias. Conforme apontam os responsáveis, o adesivo também pode ser usado para administrar medicamentos para a regeneração de feridas.

Adesivo capaz de monitorar hemoglobina

Adesivo capaz de monitorar hemoglobina pode ajudar equipe médica (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)
Adesivo capaz de monitorar hemoglobina pode ajudar equipe médica (Imagem: National Cancer Institute/Unsplash)

Outro adesivo foi inventado neste mês graças à University of California San Diego. Dessa vez, a finalidade é monitorar hemoglobina em tecidos profundos, ao ser colocado na pele. A invenção promete ser acessível e ajudar a comunidade médica, uma vez que consiga ser implantada no mercado.

O dispositivo recebe ondas acústicas, que são processadas em um sistema elétrico para reconstruir o mapeamento espacial das biomoléculas emissoras de ondas. Graças a pulsos de laser de baixa potência, existe mais segurança do que as técnicas de raios X que possuem radiação ionizante, por exemplo.

Dispositivo que simula ataque cardíaco

Dispositivo que simula ataque cardíaco é uma das inovações científicas do mês (Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)
Dispositivo que simula ataque cardíaco é uma das inovações científicas do mês (Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)

Para encerrar a lista de inovações científicas mais interessantes do mês, temos um dispositivo capaz de simular um ataque cardíaco, para testar e desenvolver novos medicamentos voltados a doenças cardiovasculares. A invenção é feita de um polímero semelhante à borracha chamado PDMS. Para simular o ataque cardíaco, os pesquisadores instigam cada canal do dispositivo a liberar gás com e sem oxigênio.

Fonte: Canaltech

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