Mercado abrirá em 2 h 9 min
  • BOVESPA

    115.882,30
    -581,70 (-0,50%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    44.262,01
    -791,59 (-1,76%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,31
    -0,54 (-1,02%)
     
  • OURO

    1.842,40
    -6,50 (-0,35%)
     
  • BTC-USD

    31.361,15
    -48,95 (-0,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    631,95
    +4,29 (+0,68%)
     
  • S&P500

    3.750,77
    -98,85 (-2,57%)
     
  • DOW JONES

    30.303,17
    -633,83 (-2,05%)
     
  • FTSE

    6.441,90
    -125,47 (-1,91%)
     
  • HANG SENG

    28.550,77
    -746,76 (-2,55%)
     
  • NIKKEI

    28.197,42
    -437,79 (-1,53%)
     
  • NASDAQ

    12.941,75
    -163,75 (-1,25%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5480
    -0,0057 (-0,09%)
     

De R$620,5 bi em medidas para Covid-19, R$31,6 bi afetarão primário de 2021, diz Economia

Marcela Ayres
·2 minuto de leitura

Por Marcela Ayres

BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério da Economia indicou nesta terça-feira que as medidas para enfrentamento à pandemia de Covid-19 terão impacto primário de 620,5 bilhões de reais, sendo que 31,6 bilhões de reais --ou 5,1% do total-- vão afetar o resultado primário do ano que vem.

O montante que ficará para 2021 inclui os 20 bilhões de reais em créditos extraordinários para campanha de vacinação contra o coronavírus.

Em apresentação, a pasta indicou que 588,9 bilhões de reais (ou 8,15% do Produto Interno Bruto) afetarão o rombo primário deste ano, ao passo que os 31,6 bilhões de reais restantes (0,4% do PIB) vão afetar os dados do ano que vem.

Os cálculos consideraram uma contração da economia brasileira de 4,5% em 2020 e alta de 3,2% em 2021.

Quando propôs a adoção de uma nova meta de resultado primário para o próximo ano, de déficit de 247,118 bilhões de reais para o governo central, a equipe econômica já havia reconhecido o impacto negativo de reaberturas e pagamento de restos a pagar de créditos extraordinários abertos em 2020 para combate à pandemia.

Nesta terça-feira, a pasta especificou que, além da campanha de vacinação, os 31,6 bilhões de reais que vão ficar para 2021 contemplam restos a pagar de 7,7 bilhões de reais associados à secretaria de Trabalho e Previdência, 3 bilhões de reais para a Saúde (entre reabertura de créditos e restos a pagar) e 900 milhões de reais em restos a pagar para o Ministério da Cidadania.

Em relação aos indicadores fiscais neste ano, a projeção para o déficit primário do governo central passou a ser de um rombo de 831,8 bilhões de reais ou 11,5% do PIB. No fim de novembro, essa expectativa era de 11,7% do PIB.

Para o setor público consolidado, o governo prevê agora um rombo primário de 844,2 bilhões de reais, ou 11,7% do PIB, contra 11,9% do PIB no mês anterior.

A dívida bruta deve encerrar o ano em 93,3% do PIB (94,4% antes), e a dívida líquida em 66,5% do PIB (percentual que não mudou), indicou ainda o Ministério da Economia.

(Por Marcela Ayres)