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Mau tempo causa queda em produção de vinhos na Europa

·2 min de leitura
A volunteer stomps grapes at the Renegade Urban Winery in London, Britain, October 17, 2021. Picture taken October 17, 2021. REUTERS/May James
A volunteer stomps grapes at the Renegade Urban Winery in London, Britain, October 17, 2021. Picture taken October 17, 2021. REUTERS/May James
  • Produção de vinho na Europa deve cair para um dos níveis mais baixos já registados;

  • Principal razão envolve mau tempo que destruiu principais vinhedos europeus;

  • Condições afetaram seriamente vinhedos de Itália, Espanha e França; 

Espera-se que a produção mundial de vinho caia para um dos níveis mais baixos já registrados, depois que o mau tempo destruiu os vinhedos nas principais regiões produtoras de vinho da Europa. As condições “afetaram severamente” a produção na Itália, Espanha e França, resultando em volumes de produção “extremamente baixos”, segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), em comunicado relatado ao jornal The Guardian e as agências Reuters e France Presse. 

Por um lado, a OIV registrou que a demanda pelo vinho deve se recuperar para níveis próximos aos vistos antes da pandemia do coronavírus. Mas por outro lado, a entidade estimou que a produção global enfrenta o terceiro ano consecutivo de baixa, sendo o menor em seis décadas, que dizia respeito a 248 milhões de hectolitros (mhL).

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Com base em informações coletadas em 28 países, que representam 85% da produção mundial em 2020, a OIV estimou a produção mundial para 2021 entre 247,1 e 253,5 milhões de hectolitros (mhL), com uma estimativa de intervalo médio de 250,3 mhL. Vale lembrar que um hectolitro é o equivalente a 133 garrafas padrão.

A principal razão da queda global, envolve uma queda na produção na Itália, Espanha e França, os maiores produtores de vinho do mundo, e que superaria o que está previsto ser o maior volume de todos os tempos no hemisfério sul. Os vinhedos da Europa Ocidental foram atingidos pelas geadas da primavera, enquanto os produtores franceses também sofreram com chuvas fortes, granizo e doenças com mofo. Segundo a OIV, na União Europeia, a produção deve cair para 145 mhL, uma queda de 13% em relação ao ano passado.

“Ainda esperamos que o consumo global aumente em relação a 2020”, disse Pau Roca, o diretor-geral da OIV, a repórteres, observando que os dados comerciais do primeiro semestre mostraram volumes acima dos níveis pré-pandêmicos. Porém, se os produtores de vinho se adaptaram relativamente bem à crise da Covid-19 no ano passado, eles agora estavam “enfrentando um problema muito maior do que a pandemia: as mudanças climáticas”, completou, em entrevista coletiva. 

Embora “não haja vacina” contra as alterações climáticas, Roca disse à imprensa que “existem soluções a longo prazo que vão exigir grandes esforços em termos de práticas sustentáveis ​​de cultivo da vinha e produção de vinho”. Ele disse que a adaptação era uma “necessidade urgente” para a indústria. Por fim, o diretor-geral da OIV acrescentou que mudança para as vendas online também ajudou a indústria do vinho durante a pandemia.

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