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Marvel explica a origem do Multiverso e dos Celestiais em nova HQ

Os deuses cósmicos conhecidos como Celestiais e o Multiverso Marvel já tiveram algumas explicações “picadas” no passado, que muitas vezes acabaram sendo recontadas com certas diferenças, dependendo do escritor. Nenhuma das origens detalhadas pareciam ser canônicas. Mas, agora, uma nova HQ conta oficialmente a ligação entre as entidades e as várias realidades paralelas da Casa das Ideias.

Atenção para spoilers de Defenders: Beyond #2!

Antes de falar sobre a novidade, vamos a um pequeno resumo sobre como a Marvel tratava esses assuntos até aqui. Os Celestiais, criados pelo lendário Jack Kirby em The Eternals #2 (1976) misturava temas religiosos com ficção científica (incluindo influência do livro Eram os Deuses Astronautas?, de Erich von Däniken, de 1968), e, embora tenham sua origem recontada algumas vezes, basicamente gira em torno da mesma coisa: os deuses espaciais vieram fazer experimentos com duas as criaturas primitivas da Terra, criando duas raças em meio a nós, os perfeitos superseres imortais Eternos; e os hediondos Deviantes.

O Multiverso também teve algumas histórias de origens diferentes. Nas clássicas buscas de Thanos pelas Joias do Infinito, o roteirista Jim Starlin explicou que as realidades paralelas eram resultantes da jornada do primeiro ser da criação, Nemesis. Já outras histórias mostraram os Celestiais criando o Multiverso como universos alternativos para conter criações imperfeitas e perigosas, conhecidas com exterminadores.

Mas, nos últimos anos, o roteirista Al Ewing vem organizando essa bagunça, e, agora, é ele mesmo quem escreve a explicação oficial para os Celestiais e o Multiverso — e a ligação entre ambos.

O que os Celestiais têm a ver com a origem do Multiverso Marvel?

Desde que assumiu os “assuntos cósmicos” da Marvel em Ultimates 2, a partir de 2016, Al Ewing vem criando e reposicionando todas as entidades cósmicas da Marvel, criando uma base mais compreensível de como funciona o Multiverso Marvel — veja bem, ele até transformou Galactus em “Criador de Mundos”, em vez de “Devorador de Mundos”, em certo arco.

E em Ultimates 2, Ewing já havia introduzido o conceito de vários “Cosmos” numerados, que representam o amadurecimento das diferentes versões do Universo Marvel. Os Celestiais são considerados rebeldes entre os primeiros seres criados pelo Primeiro Firmamento, personificação do Primeiro Cosmos da Casa das Ideias — só para ter uma referência, a Marvel estaria atualmente em eu Quinto Cosmos.

Os Celestiais são os filhos rebeldes do Primeiro Firmamento, a personificação do Primeiro Cosmos da Marvel (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
Os Celestiais são os filhos rebeldes do Primeiro Firmamento, a personificação do Primeiro Cosmos da Marvel (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

Em Defenders: Beyond #2, lançado recentemente e com roteiros de Ewing, confirma o que foi mostrado anteriormente em Ultimates 2, mas com mais detalhes. A trama mostra que os Aspirantes eram os deuses espaciais que adoravam seu criador, enquanto os Celestiais queriam criar seus próprios caminhos, observando as formas de vida que eles criaram evoluindo e morrendo. Isso enfureceu o Primeiro Firmamento, que não não possuía o conceito de mudança, e desencadeou a Guerra Celestial, levando à destruição do Primeiro Cosmos e à criação do Segundo Cosmos.

Dos estilhaços de uma guerra envolvendo os Celestiais, nasceu o Multiverso Marvel (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
Dos estilhaços de uma guerra envolvendo os Celestiais, nasceu o Multiverso Marvel (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)

E, a partir dos estilhaços do primeiro universo, onde não existia mudança e evolução, nasceu “algo diferente”, “um multiverso de possibilidades, onde cada 'e se' poderia se tornar seu próprio 'o que é'". Dessa forma, Ewing conecta os Celestiais e o Multiverso no cânone da Marvel, complementando o que já vem planejando há anos.

Ainda deveremos ver mais revelações sobre os Celestiais, o Multiverso e as outras várias entidades cósmicas da Marvel. Mas, por enquanto, já é interessante ver que a cronologia e as bases da editora têm se estruturado de maneira coerente — e isso certamente será espelhado nos cinemas em algum momento.

Fonte: Canaltech

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