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Marília Gabriela processa restaurante após sumiço de R$ 1 milhão, afirma colunista

·2 minuto de leitura
Foto: Reprodução da internet.
Foto: Reprodução da internet.
  • Marilia Gabriela e seus filhos estão processando o restaurante Paris 6;

  • A ação acontece após investimento de R$ 1 milhão sumir;

  • Segundo a empresa, espera-se que o valor seja restituído até 2022.

Marília Gabriela, jornalista e apresentadora, e seus filhos, Cristiano e Theodoro Cochrane, estão processando o restaurante Paris 6, após um investimento de R$ 1 milhão no empreendimento desaparecer.

Depois da fusão entre sociedades responsáveis pelo bistrô, as três partes envolvidas pediram a Isaac Azar, dono da franquia, a quantia investida de volta. Contudo, o empresário teria se negado a devolver o montante.

O começo da empreitada se deu em 2014, quando Cristiano resolveu investir R$ 375 mil na H1 Restaurantes e Participações, empresa encarregada pelo Paris 6, com a promessa de receber 5% do lucros da marca em 12 meses.

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Seguindo o mesmo caminho, um mês depois, Marília Gabriela também investiu o mesmo valor e na mesma condição, a de recuperar a quantia em um ano. Após Cristiano passar sua parte para a mãe, a apresentadora passou a ter dois aportes da empresa.

Logo após, foi a vez de Theodoro, o caçula, investir R$ 375 mil no restaurante, agora chamado de A1 Restaurante e Participações.

Os problemas começaram em 2015, depois que as empresas responsáveis pelo bistrô passaram por uma restruturação e os investimentos passaram a pertencer a apenas uma delas. Dessa forma, a H1 Restaurantes e Participações virou uma sociedade.

Marilia e Theodoro solicitaram o alto valor investido em abril deste ano. Isaac teria recusado a devolver o montante.

De acordo com a empresa, as contas de 2016 a 2018 passavam por revisão após irregularidades achadas na gestão anterior, de José Edgard. Sob os balanços de Isaac Azar, entre 2019 e 2020, também passavam por uma revisão.

A jornalista e o filho decidiram entrar na Justiça em maio. Em junho, os sócios foram chamados para apresentar os registros patrimoniais da H1.

O Paris 6 nega a história e afirma que aceita devolver o investimento, contudo, declarando que se espere até maio de 2022 para efetuar o resgate.

As informações são da coluna do Leo Dias, no site Metrópoles, e do jornal O Dia.

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